quinta-feira, 30 de maio de 2013

Chico Rolim visita o Lar de Idosos Lucas Zorn

Quantas vezes passei por aqui e jamais detive a minha atenção a este prédio. Hoje o carro parou e com papai fomos conhecer este tempo da fraternidade. Foi mais uma lição de vida que papai me deu.
A entrada é aconchegante e limpa.
Ao barulho da chegada, alguém vem nos atender carinhosamente.
No corredor um painel, papai se detém para ver o painel comemorativo da reabertura do Asilo. Deu-se em 22 de outubro de 1996.
Pensativo, papai olha o pátio do asilo.
É aconchegante!
É inefável a alegria desta anciã ao perceber a nossa visita. "Quem é o senhor?", pergunta. E ao ouvir: "Eu sou Chico Rolim". Emocionada exclama: "O prefeito!...". Emocionado também ele responde: "Sim, o ex-prefeito, mas venho como amigo-irmão!".  Fecha a cortina, as emoções afloram.
Ambulatório.
"Seu Chico, como é boa a sua visita, a gente vive tão esquecida!"
"Seu Chico, me lembro muito do senhor!"
E se recolhendo exclama: "Pena que o tempo levou a minha vista e não posso ver uma pessoa tão bonita!"
Ficamos todos eternecidos com o trabalho carinhoso deste voluntário!
Estas duas idosas têm 103 e 109 anos, respectivamente.
Ao centro Chico Rolim e a Diretora Fátima
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No vídeo abaixo, uma eleitora de Chico Rolim
"Eu, meu marido, o irmão do meu marido, tudo era Chico Rolim"
E a eleitora beija o seu candidato.


Chico Rolim de uma vez que visitou o asilo com o governador Ivan Bichara







Veja a alegria da Professora Maria Cavalcante, que ensinou vários anos na Escola de Dona Carmelita.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Empresa diz ter indícios de que boatos sobre fim do Bolsa Família partiram de Cajazeiras - PB

Monitoramento conclui que a informação falsa pode ter surgido em Cajazeiras; CEF diz que só será considerado o levantamento feito pela Polícia Federal
Multidão lotou as agências
Um estudo realizado pela empresa #InterAgentes, que trabalha em parceria com a Publisher Brasil, diz ter fortes indícios de que os boatos sobre o fim do Bolsa Família teriam partido da cidade de Cajazeiras (a 480 quilômetros de João Pessoa, no Alto Sertão da Paraíba). A #InterAgentes é especializada em análise de redes e os resultados dessa pesquisa estão no Blog do Rovai, no site da Revista Fórum, pertecente à Publisher.

De acordo com o monitoramento, o trabalho de pesquisa foi feito a partir de buscas realizadas no Twitter e no Facebook, com o uso de citações públicas feitas com o termo ‘bolsa família’. Os dados foram coletados das 0h hora da quinta-feira (16/5) até às 23:59 da quinta-feira (23/5).

O levantamento ocorreu durante oito dias e começou dois dias antes dos primeiros saques do Bolsa Família, cobrindo o provável período de criação e disseminação do boato sobre o fim do programa.

Por meio da assessoria de imprensa, a Caixa Econômica Federal disse que desconhece essa pesquisa e destaca também que somente a Polícia Federal pode divulgar qualquer informação à respeito do caso. A Caixa fala ainda que se alguma empresa de informática decidir fazer qualquer tipo de investigação através da análise de tráfego e dados na rede para buscar a procedência desse fato, deve encaminhar os resultados para a Polícia Federal, de forma que colabore com as investigações.

Veja o comunicado da #InterAgentes, segundo o que consta no Blog do Rovai, na Revista Fórum.

"Atividade suspeita na rede

Desde a quarta-feira (15) circulava no Twitter uma mensagem curta e enigmática: ‘Bolsa família começa sexta’. A mensagem, que dizia apenas isso, foi postada por um perfil que vamos denominar aqui de líder e foi retuitado por 14 outros perfis que pareciam pertencer a uma rede de perfis falsos destinados a retuitar todas as mensagens do perfil líder, cujos indícios apontam ser da Paraíba.

Curiosamente, a Paraiba é o mesmo Estado que, dias depois, voltaria a aparecer em nossa pesquisa como o primeiro a espalhar os boatos do fim do Programa Bolsa Família.

Os perfis dessa rede não estão sendo revelados porque a suspeita não comprova o crime e também por zelo à investigação que a Polícia Federal deve estar realizando, mas caso haja interesse de agentes públicos sobre o que foi apurado, a Interagentes se compromete e entregar os resultados deste trabalho.

A mensagem original do perfil líder foi postada na quarta-feira (15)às 18:39:40, portanto três dias antes do início da grande movimentação nas agências da Caixa Econômica Federal. Ainda mais intrigante é que depois dos boatos o perfil líder foi deletado do Twitter e reapareceu no último dia 25 com o número 1 acrescentado ao seu nome e iniciou a rearticulação da sua rede fake.

Só para recordar, na quarta-feira, o perfil líder anunciou: “bolsa família começa na sexta”. E a boataria começou na sexta, mas não pela internet.

Alguns dados gerais

As buscas retornaram um total de 81.452 ítens, sendo 58.118 resultados do Twitter e 23.334 resultados do Facebook. Os dados da pesquisa corroboram as informacões de saques feitos nas agências divulgadas pela Caixa Econômica Federal.

Segundo a CEF, o aumento no ritmo de saques só começou por volta das 13h do sábado (18/5). Os resultados da análise da disseminacão do boato nas redes confirmam os dados da Caixa.

Até as 13h do sábado (18/5), a média era de 74,9 mensagens por hora. Entre às 13h e a meia-noite esta média sobe para 196 mensagens por hora. O pico é por volta das 22h, com 744 mensagens/hora.O boato aparece no monitoramento por volta das 8h do sábado (18) em uma postagem feita a partir do município de Cajazeiras, na Paraíba.

Ainda que as primeiras mencões apareçam no início da manhã, a sua presença na rede passa a ser mais significativa a partir das 13h, com disseminacão especialmente a partir do município do Rio de Janeiro.

Ainda que nos dias precedentes mensagens suspeitas tenham aparecido e que ecos do boato tenham se feito sentir nas redes, a análise geral dos dados sugere que as redes não foram o lugar privilegiado da disseminação.

A maior movimentação se deu por conta dos comentários sobre a grande concentração de pessoas nas agências da Caixa Econômica Federal e nas casas Lotéricas. O que mais se espalhou nas redes não foi o boato, mas a repercussão dos seus efeitos nas ruas.

Ao longo dos dias seguintes a repercussão do caso levou a picos cada vez maiores. No domingo (20) na faixa das 20h às 21h registrou-se o ponto máximo na frequência de mensagens/hora: 3.707 postagens. Neste horário grandes veículos de comunicação tratavam do tema."

O boato

Os boatos sobre o fim do Bolsa Família levaram milhares de pessoas a várias agências da Caixa Econômica do país há cerca de duas semanas. Clique aqui e relembre a matéria completa.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Diário de Cajazeiras - I. O desfile do Dia da Cidade na Padre Rolim

Foram cinco dias em Cajazeiras pela ocasião das festividades da Semana da Cidade e, tive a oportunidade de ver o desfile na Rua Padre Rolim. Muita gente ainda prestigia o evento.
O picolezeiro, o vendedor de algodão doce e o de bolinhas de plástico para a gurizada atanazar os pais para comprar uma, o pipoqueiro e o vendedor de água gelada compõem o cenário pré exibição das escolas e outras entidades.
O palanque das autoridades cajazeirenses e de algumas cidade vizinhas, fica em frente à Biblioteca Pública Castro Pinto. O professor e radialista Chagas Amaro anuncia as escolas lendo um roteiro do que irá será apresentado, e sempre historiando o papel histórico de Padre Rolim, Mãe Aninha, etc.
O sistema de som é potente e cobre toda Rua Padre Rolim. Como de praxe o Tiro de Guerra faz a abertura. Desde quando eu era guri e o desfile era na Juvêncio Carneiro e o palanque era em frente a Prefeitura, que o Tiro de Guerra é quem dá o ponta a pé inicial do desfile.
O trançar de gente pra cima e pra baixo da Padre Rolim parece ser o de antigamente, décadas de 60/70... na Praça João Pessoa.
As apresentações das escolas são temáticas. Este ano foram felizes nas escolhas. Com certeza foi gente das antigas que idealizou, pois as homenagens passearam pelos cinemas já extintos, como o Cine Éden, Pax e Apolo XI e mais as estrelas cinematográficas de Cajazeiras que trabalharam no cinema nacional, como Soya Lira (Central do Brasil), Sávio Rolim (Menino de Engenho), Marcélia Cartaxo (A Hora da Estrela), Zé do Norte (trilha sonora de Cangaceiros) e a mais recente criação cajazeirense, O Sonho de Inacim, do dramaturgo e cineasta Eliézer.
Em seguida veio a mais justa homenagem aos que fizeram a história do teatro de Cajazeiras: Ica Pires, Lacy Nogueira, Bertrand Lira, Nanego Lira, e os grupos de teatro Grutac (Bira e companhia), Grupo Terra, Grupo Mickey...
Não esqueceram os primeiros clubes sociais, como o Círculo Operário, Primeiro de Maio, Tênis Clube e Jovem Clube, onde a sociedade cajazeirense se esbaldava em namoros, amizades e o prazer de se embriagar ao sabor de uma juventude esfuziante ao som de conjuntos musicais e orquestras.
E mais o blocos carnavalescos (orquestras sob a batuta dos maestros Rivaldo e Esmerindo Cabrinha). O folclore também foi abordado, como ‘a cobra do cemitério’ e outras assombrações que tiravam o sossego da gente quando éramos guris.
Até os lixeiros estavam lá em um bloco. Vi os caminhões de lixo enfileirados para desfile, o que já se transformou em jogada de publicidade política. Não tem jeito. Sempre a classe política quer tirar casquinha desses eventos.
No mais, a festa valeu a pena, porque não estão deixando essa tradição morrer. No final houve a exibição circense de motos com seus motores roncando. Não esperei esse desfecho. As fotos a seguir foram minhas, portanto, são amadorísticas e não fiz cobertura cem por cento da festa.

Eduardo Pereira
Brasília - DF






































domingo, 26 de maio de 2013

Ninguém se perde na volta!

Pereira Filho:
"Fico pensando o seguinte: num futuro bem próximo, saio de Brasília direto para Cajazeiras a bordo do avião de uma grande empresa aérea, para pousar no novo Aeroporto de Cajazeiras. Antes de pousar, esse avião passa ao lado do Cristo Rey, da Catedral e por cima do Açude Grande. E, finalmente, estou na minha Cajazeiras. 
“Ô CARRAZÊRA BÔA!”.

Ainda não foi desta vez..

Cajazeiras, estou chegando!

Lembranças do Pereira:
"Com os olhos de guri que há pouco limpara a remela – até parece que a fase maior de remela da gente é quando criança – saio de casa e dou de cara com Pedro Américo, o da Rua, em seu corcel,  empunhando uma espada e gritando aos quatro cantos de Cajazeiras: “Ensinar a ler, ou morte!"
Sorria!

Lembranças do Pereira:
"No final da década de 50 eu via muitas pessoas em Cajazeiras falarem que iam morar em São Paulo, ou no Rio de Janeiro, ou em João Pessoa, ou em Fortaleza, etc. Naquela época, Cajazeiras oferecia pouca oportunidade de emprego e isso fazia com que muitas pessoas deixassem a cidade em busca de uma vida melhor fora dela"
Logo mais vai matar as saudades da Rua Pedro Américo de tantas lembranças
Lembranças do Pereira:
"Bam! Bam! Bam! Alguém batia no punho de minha rede. Imaginei ser minha mãe acordando-me para ir ao Grupo Dom Moisés Coelho aprender o bê-a-bá.
- Acorda, Eduardo, se não você vai perder as aulas! Levanta! Não se esqueça que Cajazeiras é a cidade que ensinou a Paraíba a ler!

A emoção do desembarque

Lembranças do Pereira:
"Nasci, me criei e morei em Cajazeiras até 20 anos de idade. Eu estudava no Colégio Estadual e tinha terminado o curso ginasial, em 1971. Nesse mesmo ano eu trabalhava na Rádio Alto Piranhas, mas não pensava ainda que num futuro eu me tornasse um profissional do rádio. Saindo de Cajazeiras, fui morar em São Paulo a mando de minha mãe. Segundo ela, em Cajazeiras eu não ia ter um futuro e, portanto, ela estava com razão nessa colocação, porque 'coração de mãe não se engana'”


Trouxe a família


Lembranças do Pereira:
"Quando eu estava prestes a concluir o ginasial, eu e meus colegas de classe, Kérson Maniçoba e Dedé Cabôco, fazíamos planos para irmos morar no Rio de Janeiro, sem dar conhecimento para nossas famílias. Minha mãe ao saber desse plano mandou que eu fosse morar em São Paulo, porque lá eu teria um futuro melhor. Ou seja, saí de Cajazeiras em 13 de dezembro de 1971, às 22 horas, de carona em um caminhão do cunhado de minha mãe, João Nestor"
Visitando a Catedral de Nossa da Piedade


Lembranças do Pereira:
"eu e meus irmãos Ivaldo (falecido), Valdim, Toinho e outros que não cito aqui por questão de espaço, apesar de meu computador comportar dois gigabaites de memória, resolvemos, repito, colocar a transmissão da Rádio Alto Piranhas ao vivo, aqui em Brasília,  para deleite, admiração e perplexidade de todos presentes às nossas farras caseiras... ". Foi bom enquanto durou porque alimentamos o frisson em nossos conterrâneos de se sentirem abraçados pela voz dos locutores de Cajazeiras, e, o mais importante, AO VIVO!
Edmundo Amaro e Arnaldo Lima me entrevistando no Programa "R.A.P a Dona da Bola"
Lembranças do Pereira:
"Hoje em dia, a internet coloca no ar, ao vivo, até a rádio de Cachoeira dos Índios. Não que eu despreze essa cidade, mas é para ressaltar sua importância de ser ouvida no mundo inteiro. Agora, colocar no ar, ao vivo, de Cajazeiras, os programas da Rádio Alto Piranhas, em fins da década de setenta, convenhamos, não é pra qualquer um não! Isso requer muita tecnologia! E nós captamos essa tecnologia, tudo em nome de nossos conterrâneos sedentos e saudosos de Cajazeiras"

Petson Santos e jornalistas do Diário do Sertão me entrevistando sobre os 45 Anos da Rádio Alto Piranhas, a qual fiz parte desta emissora em 1971.
Lembranças do Pereira:
"A galera cajazeirense, boquiaberta, ouvia programas de Zeilto Trajano e principalmente programas musicais, aqueles programas que informam a hora e botam músicas e informam o prefixo da emissora"
Jornalistas do Diário do Sertão de Cajazeiras
Lembranças do Pereira:
"O fato real era o seguinte, e agora eu conto o simples mistério: No final do ano viajávamos, de férias, para Cajazeiras e, como se não bastasse os dias passados lá para matar as saudades da cidade gravávamos em fitas cassetes os programas da Radio Alto Piranhas, a nossa preferida, e, quando dessas farras em casa, em Brasília, colocávamos essas fitas cassetes de forma disfarçada em nosso som três-em-um e, no momento em que o locutor ia falar as horas, e nós já sabíamos o momento exato dessa informação, então entrava aí nossa teatralização vocal.  
Foi bom enquanto durou porque alimentamos o frisson em nossos conterrâneos de se sentirem abraçados pela voz dos locutores de Cajazeiras, e, o mais importante, AO VIVO!"

Estádio Higino Pires Ferreira. No fundo a torre da igreja do Colégio Diocesano Padre Rolim
Lembranças do Pereira:
"A cidade de Cajazeiras já teve várias equipes de futebol que participavam do campeonato local, na década de 60, e as que mais se destacavam eram o Santos de seu Sérgio David, o Estudante de seu Zé Gonçalves, o Botafogo de Edson Feitosa e o IBIS de Mimita. Além dessas equipes outras também participaram, como o Cajazeiras, o Centenário, o Duque de Caxias, entre outras."
"O Estádio onde se realizava as partidas, era o Estádio Higino Pires Ferreira, que foi fundado em 10 de julho de 1948, com capacidade para cinco mil torcedores e tinha como proprietário o Atlético Cajazeirense.  
No lado das arquibancadas tinha ainda duas cabines de rádio: uma da Rádio Alto Piranhas, que tinha como narrador Zeilto Trajano e outra da Difusora Rádio Cajazeiras, e Jucier Lima era o seu narrador.
Os comentaristas e repórteres de campo das referidas emissoras, ficavam sentados na parte interna do alambrado, que separava o campo dos torcedores. O comentarista da Rádio Alto Piranhas, Jota Gomes (Badin), ficava neste local, juntamente com os repórteres de campo Chagas Amaro e eu, Pereira Filho."
Rua Pedro Américo. Morei durante 13 anos nesta rua.
Lembranças do Pereira:
"Cajazeiras: década 60/70. Sempre morei na Rua Pedro Américo quando residi em Cajazeiras. Nasci lá, me criei lá, me eduquei com a molecagem de rua, lá. O mundo passava pelo meu olhar infantil e adolescente, lá."


Morei nesta casa onde a moto está em frente.



Lembranças do Pereira:
"Como a canção popular, eu tinha vontade de ladrilhar aquela rua de pedrinhas de brilhante só para ver os acontecimentos da cidade e as pessoas nela passarem com muita doçura, com açúcar e com afeto, como falava a canção de Chico Buarque."C
Na Pedro Américo passava Zé de Souza empurrando sua bicicleta por não querer subir a ladeira do início da rua, pedalando".
Prédio do antigo Cine PAX e prédio das Freiras no fundo.
Lembranças do Pereira:
"Na Pedro Américo, de um lado era casas, de outro, era o muro do Prédio das Freiras, mais tarde Cine Pax. Esse muro servia de mural para gente rabiscar e desenhar à carvão e gesso. Toinho, meu irmão, desenhou um emblema do Botafogo do Rio de Janeiro, time que torcia, praticamente escarificando a parede, e por isso ficou lá por muito tempo"
Início da Rua Barão do Rio Branco e escadaria ao lado da ponte do sangradouro.
Início da Praça João Pessoa, foto tirada da escadaria do Açude Grande.
Rua Juvêncio Carneiro. Próximo a antiga Rodoviário Antônio Ferreira
Rua Juvêncio Carneiro, próximo a Praça dos Carros.
Praça João Pessoa, próximo ao Mercado Público.
Sangradouro do Açude Grande. No fundo vê-se as torres da Catedral e Igreja Nossa Senhora de Fátima e ainda o serrote do Cristo Rei
Lembranças do Pereira:
"O baldo do Açude Grande de Cajazeiras é um local que pode ser considerado um dos mais visitados desde o início de sua construção. Baldo, paredão ou passarela do Açude Grande? Não importa de que maneira seja falado, o que interessa é que o cajazeirense tem orgulho de ter esse local como grande preferência para apreciar o pôr-do-sol. Em muitos poemas e poesias, o Açude Grande é citado pela beleza quando os raios do sol se refletem sob sua água, dando importância e dimensão do local."
À esquerda o Cajazeiras Tênis Clube
Lembranças do Pereira:
"Ao subir a escadaria do Baldo na Praça João Pessoa e chegar ao último degrau, a contemplação da beleza do açude faz com que valeu o esforço naquele momento. Sentar no banco de cimento do Baldo e tirar fotos do pôr-do-sol de vários anglos, é beleza pura. Aproveitando este momento de tirar fotos, gira-se em sentido contrário e fotografa-se a Praça João Pessoa para registrar o seu cotidiano com o movimento de carros, motos e pessoas".

Lembranças do Pereira:
"Outra beleza do Açude Grande são os pastos verdes que se formam na sua margem, bem como os canoeiros, que fazem pescaria com suas tarrafas, galões e varas, à procura de um peixe para sua alimentação. Muitos casais da cidade iam para o baldo assistir o pôr-do-sol e a lua, enamorar, paquerar e acredito que muitos chegaram a se casa."
Xamegão em clima de São João
ntigo Grêmio Artístico e hoje Clube dos Dirigentes Lojistas (CDL)
Antiga Escola Pedro Américo e hoje Instituto Histórico de Cajazeiras, que fica nos fundo do CDL
Cachoeira FM de Cachoeira dos Índios - PB.
EU na Rádio Cachoeira FM

Em construção prédio Atlântico Sul no Jardim Oásis. O mais alto de Cajazeiras