terça-feira, 31 de maio de 2011

Parlamentar acusa Léo Abreu de se apropriar do dinheiro público

CAJAZEIRAS: parlamentar acusa ex-prefeito Léo Abreu de se apropriar do dinheiro público

O vereador oposicionista da cidade de Cajazeiras, Moacir Menezes (DEM), acusou o ex-prefeito do município, Léo Abreu (PSB) de se apropiar do dinheiro dos servidores públicos, que era descontado em folha para pagar a previdência . Segundo ele, a prefeitura recebia o dinheiro dos funcionários municipais, mas não repassava para o Instituto de Previdência e Assistência do Município (IPAM).

De acordo com o parlamentar, o ex-prefeito Léo fazia apropriação indébita do dinheiro do servidor e por isso o fato foi denunciado ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE).

“Receber o dinheiro do funcionário e não repassar, isso é apropriação indébita do dinheiro público e o ex-prefeito tem que ser denunciado”, disse o vereador Moacir.
DIÁRIO DO SERTÃO 
 
 

sábado, 28 de maio de 2011

O calvário de Carlos Rafael

O jovem prefeito de Cajazeiras, com seus vinte e quatro anos de vida, idade para estar ainda freqüentando os bancos da Universidade, começou a experimentar, a partir do último dia 16 de maio, o que é administrar um município que é o sétimo colégio eleitoral da Paraíba, com uma economia baseada na prestação de serviços e no comércio, com poucas indústrias, uma agricultura falida, com índices sociais vergonhosos, com índice de desemprego altíssimo, com uma máquina administrativa enferrujada e viciada, com arrecadação de impostos de sua competência institucional pouco significativa diante de sua imensa despesa, com excesso de funcionários, com algumas secretarias que só servem como cabides de emprego, com graves problemas na infra-estrutura, entre outros inúmeros problemas. Resta-lhe um ano e sete meses para demonstrar sua capacidade política e administrativa, com uma eleição já no próximo ano.
Do ponto de vista político vai ser obrigado a ter um enorme jogo de cintura e um poder grandioso de articulação junto à Câmara Municipal, já que entre os dez vereadores, apenas três fazem parte de sua bancada de sustentação e para complicar, no Estado, não pertence ao grupo do governador Ricardo Coutinho, que deu uma prova cabal de como vai tratar os seus opositores, a exemplo de quando esteve em Cajazeiras, na plenária do Orçamento Democrático, quando não chegou sequer a cumprimentar o prefeito Léo Abreu, na solenidade.
Muito embora, já tenha alguns anos de estrada, na vida pública, devido a sua juventude, o seu ciclo de amizades se prende muito a outros jovens de sua idade, com pouca ou nenhuma experiência administrativa, talvez aí resida algumas dificuldades com que vem tendo na montagem de seu secretariado, na busca de pessoas em que possa confiar plenamente, para colocar, principalmente nas secretarias de educação, saúde e finanças.
Muito embora, no seu discurso de posse, tenha afirmado que não quer tratar da questão da eleição do próximo ano, mas as suas atitudes, principalmente, na formação da sua nova equipe, leva a crer que esteja com os dois olhos num projeto de reeleição. Nesta seara vai ter que multiplicar o seu poder de articulação para conseguir aglutinar de novo os mesmos grupos políticos que o elegeu vice-prefeito de Cajazeiras, partindo do pressuposto que Dr. Léo tenha quase que desmontado o grupo e gerado ao longo destes mais de dois anos de mandato, um grande número de insatisfações, principalmente entre filiados do Partido dos Trabalhadores, cujo representante principal é o ex-deputado estadual Jeová Campos.
Outro desafio é o de “limpar” o nome da prefeitura junto a Receita Federal para poder continuar recebendo verbas do governo e tocar várias obras que o município tem necessidade, inclusive algumas delas o dinheiro já está depositado. O município tem sete situações de irregularidades no CADIN que ainda vai dar muita dor de cabeça ao prefeito e sua equipe, principalmente uma que vai exigir muito dinheiro para colocar em dia que é o débito da prefeitura com o IPAM.
Como cidadão e como filho desta terra que tanto amo e deseja que ela possa sempre ser destaque no cenário econômico e político da Paraíba, quero desejar ao prefeito Carlos Rafael, muito sucesso nas suas ações administrativas, muito embora tenha plena consciência que na sua caminhada vai encontrar muito mais espinhos que flores.
Um velho amigo meu dizia que na cadeira do prefeito tem muitos pregos, mas nunca viu nenhum com as pontas para cima e que o poder alivia todas as dores, decepções e sofrimentos.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Morre Patrícia Braga, filha do ex-governador da Paraíba Wilson Braga


Faleceu no início desta manhã, Patrícia Navarro Braga, filha do ex-governador da Paraíba, Wilson Leite Braga. Patrícia tinha 43 anos e ficou paraplégica depois de acidente automobilístico em 1985, Minas Gerais.Patrícia faleceu em sua casa no Altiplano.

Em 2007 o casal Wilson Lúcia Braga perdeu seu primeiro filho, Marcelo Navarro Braga, de 42 anos, e. na época era superintendente adjunto do Instituto de Previdência da Capital e diretor-presidente da Rádio Sanhauá. Marcelo faleceu no Hospital Santa Paula, após falência múltipla dos órgãos.

No ano passado, a filha caçulaMariana Vasconcelos Leite Braga, 23 anos sofreu um grave acidente automobilístico em João Pessoa.
 Fonte: Click PB

segunda-feira, 23 de maio de 2011

EDITAL Nº 20/2011*

EDITAL Nº 20/2011*  

Prazo 30(trinta) dias  

Processo: 19/2009 - Classe 15  

Autor: Fazenda Pública Nacional  

Executado: Antônio Vituriano de Abreu  

Advogado/OAB: Francisco Marcos Pereira/OAB n. 3.332-PB  

O Dr. Judson Kíldere Nascimento Faheina, Juiz Eleitoral da 68ª zona, jurisdição nos municípios de Cajazeiras e Cachoeira dos Índios, Estado da Paraíba, na forma da lei etc.


FAZ SABER a todos quanto o presente edital virem, ou dele conhecimento tiverem, que por este Juízo e Cartório Eleitoral da 68º Zona Eleitoral, processam-se osautos da Ação de Execução Fiscal supra movida pela FAZENDA NACIONAL contra ANTONIO VITURIANO DE ABREU, referente CDA n 42 6 02 001562-23, no valor atualizado de R$ 34.966,92 (trinta e quatro mil e novecentos e sessenta e seis reais e noventa e dois centavos), que no dia 22 de junho de 2011, pelas 09:00h, no átrio do Cartório Eleitoral da 68º Zona, o Oficial de Justica, na qualidade de porteiro dos auditórios, trará a público pregão de venda em hasta pública, o(s) bem(s) penhorado(s) da parte executada, constante do seguinte: UMA ÁREA DE TERRENO PARA CONSTRUÇÃO, desmembrado de outra porção maior, situado no Loteamento Jardim Adalgisa II, nesta cidade, correspondente aos seguintes lotes: nºs 05 e 05, Quadra 09, com os seguintes limites e medidas: ao norte com a rua Projetada B, medindo 40,00m de largura, ao sul medindo 27,00m com herdeiros de João Rodrigues Alves, ao nascente, medindo 22,00m com a rua Projetada E, e a estrada que vai ao sítio Alagoinha, e ao poente com 42,00m com o terreno de Marcílio Lira de Souza, registrado no Cartório de Registro de Imóveis desta cidade sob nº R-4.10.949, avaliado em R$ 60.000,00 (sessenta mil reais). 

O(s) bem(ns) encontra(m)-se em poder do executado. Caso não haja lanço superior a avaliação, seguir-se-á sua venda, a quem mais oferecer, em segunda praça, que fica desde logo designada para o dia 27 de julho de 2011, pelas 10:00h, no mesmo local. E para que ninguém possa alegar ignorância, mandou o MM. Juiz publicar o presente edital que será afixado no mural do Cartório Eleitoral da 68º Zona Eleitoral e publicado no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Estado da Paraiba. Ficam intimadas as partes da designação supra, caso não sejam localizadas para as intimações pessoais. Dado e passado, nesta cidade, quinta feira, 19 de maio de 2011, Eu, (a) Túllio de Araújo Monteiro, Chefe de Cartório, digitei e subscreve o MM. Juiz Eleitoral desta zona, Dr. Judson Kíldere Nascimento Faheina.

Juiz Eleitoral da 68º Zona

 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Léo Abreu é um farsante?

GILVAN FREIRE
Em certo sentido da língua portuguesa, ‘farsante’ poderia significar ‘comediante’ ou ‘palhaço’,as duas coisas ficando próximas a ‘ridículo’, ou seja, ‘aquilo que desperta riso ou escárnio’.
 Talvez pudesse ser esse o entendimento da população diante da perplexa renúncia do prefeito de Cajazeiras, um jovem médico talentoso que escolheu a Medicina antes de ser escolhido político e sujeitou-se ao bem ou mal que cada qual poderia lhe fazer.
 Queria certamente ser líder, além de médico, e encantou-se com o levante popular que lhe pedia uma ação esperançosa e renovadora dos costumes locais, que ainda têm resquícios dos tempos de Padre Rolim (1800-1899), o educador que ensinou a Paraíba a ler, como se diz costumeiramente, mas não ensinou a votar.
 ‘Escárnio’, com o sentido de ‘menosprezo’, seria a palavra mais adequada para definir o gesto de Léo Abreu com relação ao povo que o elegeu prefeito possuído de mil e uma esperanças. Se bem que esperança é produto de feira livre no mercado político, vendida a qualquer preço e hora como aquelas bolinhas de sabão que quando as crianças pensam que existem elas se desfazem deixando frustrações.
 ‘Farsante’ tem também outro significado condizente com essa situação esdrúxula que ainda não está explicada – e não sabe ao certo quando o será, porque o povo quando somente conhece a versão dos fatos através dos políticos fica privado de saber a verdadeira.
 ‘Autor de farsa’, ‘impostor’, ‘embusteiro’, que têm o mesmo conteúdo de ‘farsante’, são expressões da ira ou decepção popular que poderiam homenagear Léo Abreu diante da crise de confiança coletiva que gerou em Cajazeiras. Ele não era só prefeito e médico. É jovem, inteligente, bonito e carismático – um Fernando Collor de Mello de melhor padrão moral e ético que não precisava vender o mandato como o Fernandinho vendeu a dignidade do cargo que o povo lhe confiou.
 Léo ainda não se esclareceu e há muito mistério sobre os fatos, o que gera as mais diversas interpretações, nenhuma certamente muito ou pouco lisonjeira ao renunciante. E basta que pertença a essa categoria de homens de poucas virtudes que o povo adora chamá-los de corruptos, para que não consiga ser compreendido. Nem mesmo pelo que poderia eventualmente ser a sua maior e melhor qualidade – a de não aceitar ser desonesto, farsante ou embusteiro compactuando com o cargo e a classe que lhe exigem violação da honra e alienação de princípios individuais morais.
 Imaginemos que Léo Abreu tenha apenas repugnado um ofício que feria permanentemente seus brios de pessoa honrada e jovem idealista, e tenha resolvido o expulsar de si mesmo como quem vomita comida estragada. Se for assim, terá entregue a prefeitura para exercer um tipo de autoridade moral que não depende de mandatos temporários e tem a vitaliciedade das velhas lições do Padre Rolim, que as vezes caem em desuso mas serão sempre lembradas em Cajazeiras. E na Paraíba. Ainda que em vão.
Este artigo integrará o futuro livro:
‘PREVISÕES POLÍTICAS DE UM VIDENTE CEGO’
E-mail: gilvanfreireadv@hotmail.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

Vituriano confirma que não sabia da renúncia do filho como prefeito


O deputado estadual Vituriano de Abreu (PSC) confirmou nesta terça-feira (17) o que muita gente já dizia em tom de boato na tarde de ontem: ele foi pego completamente de surpresa pelo seu filho Léo Abreu (PSB), que nesta segunda renunciou ao mandato de prefeito de Cajazeiras.
Segundo o parlamentar, ele estava no dentista quando soube da notícia. “Estava na cadeira do dentista e era um dia como outro qualquer para mim. Até que recebi a notícia da renúncia de meu filho. Não estava sabendo de nada”, garante.
O cajazeirense, no entanto, negou outros boatos que davam conta de sua intenção de retornar à Prefeitura, já que ele próprio já tinha sido prefeito da cidade sertaneja no passado. “Não tenho esta intenção e acho também que a justiça eleitoral não permite isto, acho que no último pleito meu filho foi o eleito. Mas independente de qual motivo, garanto que não serei candidato no ano que vem”.
Vituriano disse ainda que a gestão de Léo Abreu em Cajazeiras teve alguns problemas por causa dos problemas encontrados ao tomar posse. Ele destaca, por exemplo, uma divida de R$ 4 milhões em contas de luz que não teriam sido pagos durante os oito anos de Carlos Antônio (DEM) como prefeito.

Fonte: Folha VIP Cajazeiras

José Aldemir chama renúncia do ex-prefeito Léo Abreu de covardia e traição


O deputado estadual José Aldemir (DEM) criticou, nesta terça-feira (17), a atitude do ex-prefeito de Cajazeiras Léo Abreu ao renunciar ao mandato. Para o democrata, a renúncia traduz covardia e traição.
“Ele traiu os companheiros e a sociedade. Deveria prestar contas. Lamento profundamente a renúncia de Léo Abreu, acho que ele cometeu um equívoco na sua vida pública. Renúncia traduz covardia e traição”, disse José Aldemir.
Segundo o parlamentar, a decisão de Léo Abreu em renunciar ao mandato contradiz tudo que ele prometeu durante a campanha. “Na campanha Léo passou para a sociedade sentimento de segurança, que ele viria implementar uma ação moderna em Cajazeiras, com um novo estilo, mas isso foi só enganação”, ressaltou o deputado.

Fonte; Folha Vip Cajazeiras





Vituriano revela que Léo Abreu renunciou ao cargo para cumprir acordo político com o vice


"Na campanha passada ele (Léo Abreu) se juntou ao vice-prefeito (Carlos Rafael) para trabalhar pela cidade e depois dividir o mandato meio-a-meio"O deputado estadual, Vituriano de Abreu (PSC), pai do ex-prefeito de Cajazeiras Léo Abreu (PSB), revelou nesta terça-feira (17) que o ex-gestor cajazeirense renunciou ao cargo para cumprir um acordo firmado entre ele e o vice-prefeito Carlos Rafael (PTB). De acordo com o parlamentar, já na campanha eleitoral de 2008 foi feito um pacto para que Léo Abreu governasse os primeiros dois anos e Carlos Rafael os dois últimos.

"Na campanha passada ele (Léo Abreu) se juntou ao vice-prefeito (Carlos Rafael) para trabalhar pela cidade e depois dividir o mandato meio-a-meio. Difícil é você ver alguém cumprir um acordo desses, mas ele se manteve no equilíbrio porque sabe que o estilo de Léo não é de ganância. O que ele gosta é de ser médico", revelou Vituriano.

Com relação aos auxiliares de governo, Vituriano disse que a manutenção dos nomes ficará a critério do novo prefeito. "Vai ficar a critério do atual prefeito manter, ou não, os secretários. Mas, eles já garantiram que vão apoiar do mesmo jeito. Acredito muito no atual prefeito, é um jovem talentoso", concluiu.

Léo Abreu (PSB), renunciou ao mandato nesta segunda-feira (16) alegando foro íntimo. No final da tarde os vereadores da cidade foram convocados em caráter de urgência para comparecerem à Câmara e ao chegar à Casa o presidente Marcos Barros se deparou com uma solicitação de renúncia.

Em sua carta-renúncia o prefeito afirmou apenas que a desistência da vida pública deu-se por questões de foro íntimo. "Entrego, de acordo com o parágrafo 4ª da Lei Orgânica Municipal, o cargo ao vice-prefeito Carlo Rafael", disse na carta.



Léo Abreu não contou nem à esposa; veja bastidores da renúncia que chocou Cajazeiras

Tarde de domingo, dia 15: Léo Abreu chama o vice-prefeito Carlos Rafael, entrega sua carta renúncia da Prefeitura de Cajazeiras e o orienta a procurar cartório para reconhecer firma. Mas faz uma ressalva: só seguirá adiante se ele mantiver absoluto sigilo.



Prefeito Carlos Rafael concede primeira coletiva como Prefeito

Prefeito Carlos Rafael Concede Primeira Coletiva com Prefeito







O prefeito Carlos Rafael de Souza Medeiros (PTB) prestou entrevista na tarde de hoje, terça-feira (17), um dia após ser empossado na Câmara Municipal de Cajazeiras, afirmando na mesma, que não irá mexer a principio do quadro de secretários, mas mudanças haverão de acontecer num segundo plano.

Segundo informações do secretário institucional de comunicação do município – Jarismar Pereira, todos os secretários já colocaram seus cargos à disposição do novo prefeito. Boatos de bastidores dão conta que um acordo para o atual prefeito comandar os últimos dois anos da administração fora feito entre o ex-prefeito. Rafael respondeu, com as seguintes informações: "Eu estive junto com Léo em todos os momentos, estivemos lado a lado nas visitas de casa em casa, e nada mais justo que eu assumisse, porque construí esse governo junto com ele".

Sobre substituir os secretários Rafael ressaltou; "Ainda é cedo para pensar em mudanças, porém os secretários que aqui estão – são de confiança do ex-prefeito Léo, eu fico muito a vontade, mas novos auxiliares haverão de vir".

Alguns secretários reclamam da existência de falta condições para trabalhar; "Vou dar condições a cada um, mas quero retorno, não vou passar a mão na cabeça de ninguém, quero que seja desenvolvido um relatório a cada trinta e senão mostrar serviço rua amigo. Os reservas estão ai para mostrar trabalho".

"Peço a Cajazeiras, a partir de hoje, vou levantar a bandeira vermelha, branca, amarela, todas as bandeiras é preciso que tenhamos consciência de alavancar projetos para desenvolver essa cidade. Quero inclusive que tudo que saia desse município passe por mim primeiro, independente que seja um comprimido, que seja um cheque de valor elevado".

"Conversei com Léo hoje pela manhã, ele me perguntou como estava à cidade; "Léo me passava que eu tivesse discernimento para dar continuidade nos trabalhos iniciados por ele".

Vituariano Abreu

Aproximação com Ricardo Coutinho – De certa forma não havia encarado nenhuma aproximação com o governo, pois estava centrado em Cajazeiras; "Vou pedir pela cidade, independentemente de ser do PTB ou outro partido, vamos ter equipes fazendo projetos na Prefeitura e iremos bater ás portas dos deputados federais em Brasília, vou atrás dos discursos desses homens diuturnamente".

Xamegão 2011

Carlos versos Carlos

O funcionalismo público receberá dentro do dia trabalhado? Perguntou um dos interlocutores; "Vou fazer de tudo para isso acontecer, agora funcionário que gosta de se esquivar vai ter que trabalhar", respondeu.

Abordado o assunto sobre Léo ser covarde; "Discordo desse ato de dizer que Léo foi covarde, ele escolheu o que mais gosta de fazer que seja ser médico. Talvez a cidade de Cajazeiras não tenha a sorte de ter um homem tão honesto feito ele".

Sobre o relacionamento com Adjamilton Pereira, Jeová Vieira Campos e Vituriano de Abreu:

"Estou como prefeito e quero contar com Adjamilton, Jeová e Vituriano, já em relação ao deputado José Aldemir [citado na referida entrevista] preciso que nos dê esse apoio de uma audiência com o governador, pois ele é governo e nada melhor fazer alguma coisa por essa cidade. Vamos tentar levar uma relação institucional com o governador", concluiu.

Relacionamento entre prefeito e vice

Sobre seu relacionamento com o presidente da Câmara Municipal? Rafael esclareceu: "Meu relacionamento com Marcos Barros será mais respeitoso ainda, pois aprendi muito com ele aqui na Câmara e agora é que vou precisar dele mesmo".

Outro interlocutor indagou; "Por ser tão jovem já caiu á ficha prefeito"? Carlos Rafael respondeu: "Não. Ainda não caiu. Administrar uma cidade como Cajazeiras é muito difícil, mas não vou abaixar a cabeça". Ressaltou.

Fonte : Folha vip Cajazeiras – "Veja bem, desde 2004 que conversávamos muito, pedíamos votos juntos ele para prefeito eu para vereador e a população não sabia quem era quem, passado o tempo da campanha continuamos amigos, recebi diversos não, mas continuei minha caminhada". Em dado momento Rafael afirmou que era questão de honra eleger Vituriano deputado. – Perguntado sobre um possível embate com o ex-prefeito Carlos Antonio – Carlos Rafael ironizou: "Caso o MPF o TCE… Caso esses órgão fiscalizadores deixem… Se o Ministério Público Federal deixar enfrentarei com certeza". – O prefeito ressaltou que irá acontecer sim, mesmo com poucos recursos públicos. "Já fizemos contato com alguns empresários de bandas para realização de um projeto rápido a fim de levantar recursos para o Xamegão, obstáculos vamos ter sem dúvidas. Quero anunciar às atrações o quanto antes para adiantarmos as divulgações". – "O (leão) me ligava hoje de manhã e ao invés de me atacar nos parabenizava e afirmou que estava junto conosco na AL.

wwwcajazeirasnoticia.blogspot.com


O vice-prefeito revelou em seu micro blog no twitter que a semana que se inicia hoje seria muito importante

esposa do ainda prefeito de Cajazeiras, Léo Abreu (PSB), Jaqueline Abreu, revelou em entrevista a Rádio Difusora de Cajazeiras, que o socialista já pensava há algum tempo renunciar ao mandato, por discordar de algumas praticas políticas e andava triste com a atividade de desenvolvia. Enquanto isso, o vice-prefeito, Carlos Rafael, deu pista na noite de ontem que poderia assumir.
O vice-prefeito revelou em seu micro blog notwitter que a semana que se inicia hoje seria muito importante. “Boa noite, me preparando para dormir, já que esta semana q se inicia amanha promete bastante, será uma semana muito IMPORTANTE..”, tuitou.
Na sua carta de renuncia, Léo Abreu, elencou as ações administrativas que desenvolveu em seu mandato, destacando a implantação de dois postos de Saúde de atendimento noturno, serviço de mamografia, melhoria no transporte escolar.
Fonte: WScom