domingo, 17 de julho de 2011

Ascensão de Edme Tavares e declínio de Bosco Barreto

Do Livro "Do Bico de Pena à Urna Eletrônica. "Páginas: 343-345

Em artigo anterior, mostrei que na eleição de 1982 o PDS teve os três candidatos a deputado estadual mais bem votados em Cajazeiras: Antônio Quirino, Bosco Barreto e José Lacerda. Juntos eles somaram 12.586 votos, isto é, 66% da votação do total apurado naquele ano. Os candidatos a deputado estadual do PMDB de Cajazeiras tiveram juntos, 1.800 votos, nessa ordem: José Leite (786 votos), Tarcizo Telino (708) e José Aldemir (306). O desequilíbrio foi gritante, como já comentei várias vezes, em função do forte poder do PDS, da migração da maior liderança oposicionista de então, e também, da obrigatoriedade de votar num único partido.
A pulverização de votos em dezenas de candidatos ocorreu em 1982. É fenômeno antigo, portanto. Setenta e seis candidatos a deputado estadual receberam sufrágios em Cajazeiras. Isso mesmo, setenta e seis! Da região concorreram nove candidatos (os seis já citados e mais José Dantas Pinheiro, Francisco Ferreira e José Andriola). Eles somaram 14.842 votos, ou seja, 785 do eleitorado votante, que foi de 18.955, naquele ano. O restante entrou para o habitual pinga-pinga.
De todos eles (afora Zé Lacerda que sempre se reelege), apenas Antônio Quirino teve sucesso. Ampliou sua votação, beneficiada pela ascensão de Edme Tavares à câmara federal e a prestígio que o exercício do primeiro mandato lhe deu, ainda que na condição de terceiro suplente do PDS.
Bosco Barreto selou seu declínio político em 1982. Sua meteórica carreira teve início dez anos antes, quando postulou a prefeitura, no embalo da batalha judicial que levou à inelegibilidade o então candidato da ARENA, Higino Pires Ferreira. Gineto foi substituído na chapa governista pelo advogado Quirino de Moura. Venceu Quirino, contudo, Bosco quase empatado com ele. Corre até que os votos mergulhados nas urnas lhe teriam sido favoráveis, mas por misteriosos caminho emergiram nos mapas com sinais trocados. Lenda, dizem uns. Melhor para Cajazeiras, recordam outros, aduzindo que a prefeitura nas mãos de Bosco teria sido uma tragédia.
Em 1974, Bosco é eleito deputado estadual e exerceu, com a irreverência de estilo, seu único mandato eletivo. Como deputado, em 1978, tentou a prefeitura, com Acácio Braga Rolim em sublegenda. Dois anos após, disputou o senado na sublegenda de Humberto Lucena (MDB). Obteve em Cajazeiras 5.732 votos, contra 7.547 dados a Ivan Bichara Sobreira.
Ivan acabara de sair do governo, marcado para a derrota.
Por quê? Porque houve forte cisão na ARENA provocada pela escolha de Tarcísio Burity para governador da Paraíba. O então deputado arenista Antônio Mariz decidiu disputar com Burity no colégio eleitoral. Conduta rebelde reprovada pelos militares. Um escândalo. O processo culminou com tumultuada eleição, indireta, de acordo com a regras do regime militar. Mariz, perdeu, mas saiu da refrega como liderança popular de dimensão estadual. Carregado de mágoas, comandou a dissidência que terminou por dar a vitória a Humberto Lucena. Lances significativos deste pedaço da história política da Paraíba estão em meu livro Política nos Currais, escrito no calor do resultado da eleição de 1978.
Bosco Barreto discursando, ao seu lado
Edme Tavares e Epitácio Leite Rolim
 Naquele ano, Bosco Barreto lançou o então vereador Constantino Nogueira como candidato do MDB a deputado estadual, para preencher um vazio no campo oposicionista, mas fracassou. Nogueira obteve em Cajazeiras, apenas 2.739 votos, frente aos 4.313 dados a Quirino e 4.064 a Edme Tavares.
A eleição de 1982 marcou a ascensão de Edme Tavares à Brasília, onde exerceu, oito anos seguidos, o mandato de deputado federal. Selou, também, a decadência política de Bosco Barreto que, ao tornar-se governista, virou peixe fora d’água.


sábado, 16 de julho de 2011

FORÇAS MISTERIOSAS CONSPIRAM CONTRA CAJAZEIRAS

FORÇAS MISTERIOSAS CONSPIRAM CONTRA CAJAZEIRAS
Do livro Cajazeiras, Nas Crônicas de um Mestre-Escola, pags. 99 a 101
Professor Antonio José de Sousa
Serrote do Jatobá, hoje Monte do Cristo Redentor
Esta localidade que surgiu nas matas do vale do Rio do Peixe, no extremo-oeste do sertão paraibano, ao sopé do serrote do Jatobá, hoje Monte do Cristo Redentor, teve sua origem com a construção do açude e a edificação da casa da fazenda Cajazeiras sob a administração do seu proprietário VITAL DE SOUSA ROLIM.
No local da primitiva casa da fazenda Cajazeiras, à margem do açude, onde está edificado hoje o mais elegante clube da sociedade local, nasceu a cidade que ensinou a Paraíba a ler. De simples fazenda chegou a ser elevada a povoação, vila e cidade, graças ao rápido desenvolvimento de seu progresso, motivado pela presença da assistência espiritual e educacional, que lhe fora proporcionada por Mãe Aninha, com a edificação da Capelinha de Nossa Senhora da Piedade, e pelo Padre Mestre Rolim, com a instalação de sua escola, que se tornou colégio, o primeiro em todo o Estado da Paraíba.
É esta a base da edificação de nossa cidade. A cidade dos Gomes, dos Lins, dos Albuquerque, dos Souza, dos Rolim, dos Cartaxo e dos Bezerra. Cidade de uma história bonita, que teve a sua origem às margens do Riacho das Capoeiras, nas terras secas do Vale do Rio do Peixe, sob a inspiração da família cristão, e as bênçãos do Sacerdote de Cristo.
Localidade esta que fora moldada em torno da Capelinha de Nossa Senhora da Piedade, a casa de conversação com Deus, para o alimento espiritual da alma. Cidade que nascera ao beiral de um Colégio, a casa da instrução e do saber para educar, dando o alimento da cultura e a luz da ciência às criaturas humanas. Núcleo social que se instalou às margens do açude, reservatório de água, líquido precioso, que alimenta a vida material do homem, dos animais e das plantas.
Uma cidade assim, que tem a sua origem assentada sobre o alicerce de sólida estrutura espiritual, moral e social, não pode jamais ficar exposta às influência maléficas, que agem às ocultas, sob capa misteriosa, escudadas na covardia, jogando os torpedos da destruição de seu progresso e da sua civilização.
Querem destruir Cajazeiras colocando uma pedra no caminho do seu desenvolvimento. Até parece que para isto se acha em marcha uma vasta conspiração. No ano passado, o ano do seu Primeiro Centenário de município, suspenderam o tráfego ferroviário que lhe trouxera progresso e civilização durante mais de 40 anos. Negaram-lhe o direito de ser a sede da Quarta Residência do DNOCS. Abriram as comportas da Barragem do Piranhas. Esvaziaram  o reservatório de água, com que propósito não sabemos, mas a maldade humana julgou que poderia ser uma determinação perversa para prejudicar o abastecimento de água da cidade, que se acha em vias de conclusão.
Para completar a nefasta obra de hospitalidades à terra do Padre Rolim, numa atitude humilhante para o povo desta cidade e das regiões circunvizinhas, mandaram arrancar e retirar os trilhos da estrada de ferro que Epitácio Pessoa deu de presente à Cajazeiras, quando presidente da República, no ano do Centenário da Independência do Brasil, em 1922.
Agora. No ano de 1965, depois de 43 anos que a nossa terra e a nossa gente se beneficiam com o serviço do tráfego ferroviário, que tanto bem tem feito aos que habitam nesta região, justamente no ano centenário do nascimento de Epitácio Pessoa, quando, como homenagem ao grande paraibano e ilustre brasileiro desaparecido, se deveria aperfeiçoar e intensificar o serviço de trem como transporte popular, foi decretada a extinção da nossa estrada de ferro, construída e inaugurada pelo governo do presidente Epitácio Pessoa, representando uma dádiva de sua brilhante administração, que impulsionou o nascer e crescimento de uma nova era de prosperidade e grandeza, não só para a nossa cidade, mas para todo sertão do Alto Piranhas.
Felizmente, segundo estamos informados, o Sr. Prefeito do Município, que se achava ausente de Cajazeiras, logo que chegou tomou as providências cabíveis no caso, e conseguiu paralisar o arracamento dos trilhos
O Chefe da Edilidade Municipal, Sr. FRANCISCO MATIAS ROLIM, em companhia do Monsenhor VICENTE DE FREITAS, esteve em Campina Grande, na última segunda-feira, onde se encontrou com o Ministro da Viação, levando ao seu conhecimento o que se estava passando em Cajazeiras.
Desse encontro com o Ministro da Viação ficou acertado novo encontro em Fortaleza, sede da RVC, para a solução do caso do nosso trem, amanhã, 9 de abril.
Vamos aguardar, fé em Deus e confiança nos homens o resultado dos entendimentos dos nossos representantes, com o Ministro da Viação e os Diretores da RVC, para a definitiva solução do caso do nosso trem, o trem que Epitácio nos deu e tanto contribuiu para o desenvolvimento em Cajazeiras.
Cajazeiras, 8 de abril de 1965

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Funcionário Municipal completa 60 anos de pleno exercício público na Prefeitura de Cajazeiras


Até pelos baixos salários pagos, o que torna o emprego público municipal praticamente um “bico”, no interior paraibano não é comum se ver funcionários públicos municipais com longo tempo de trabalho naquele ofício. Geralmente a pessoa tem aquilo como “quebra galho” e, assim que consegue uma colocação melhor no mercado de trabalho, deixa o “bico” para se dedicar ao novo emprego, geralmente bem mais rendoso. Mas, essa regra, como quase todas as outras, tem exceção!
E a exceção em Cajazeiras tem nome: José Vicente de Souza Filho, 75 anos, ou mais carinhosamente conhecido Zezinho. Casado desde julho de 1951, seu Zezinho trabalha na Prefeitura de Cajazeiras. Aos 14 anos de idade foi admitido como diarista pelo então prefeito Arsênio Rolim Araruna. Como seu primeiro chefe imediato, lembra seu Zezinho, o fiscal geral da Prefeitura foi Anacleto de Souza.
Nessa função, e recebendo como diarista, Zezinho trabalhou até abril de 1956. Em maio do mesmo ano, foi nomeado continuo pelo prefeito Antônio Cartaxo Rolim. Na mesma situação dos demais servidores, ou seja, recebendo salários que não condizem com suas necessidades, Zezinho nem reclamava, pois, já estava acostumado. Afinal é pouco mais de meio século de vida funcional na Prefeitura.
Hoje sem dúvida, ele é funcionário com mais tempo de serviço prestado à Edilidade e, certamente o que mais tempo serviu a municipalidade cajazeirense. Nesse longo caminho de Prefeitura, seu Zezinho já vai passando por mais de uma dúzia de governos municipais, a saber: Arsênio Rolim Araruna, Otacílio Jurema (duas vezes), Antônio Cartaxo Rolim, Epitácio Leite Rolim (três vezes), Antônio Quirino de Moura, Francisco Matias Rolim (duas vezes), Antônio Vituriano de Abreu, José Nello Zerinho Rodrigues, Carlos Antônio Araújo de Oliveira (duas vezes), Leonid Abreu e atualmente Carlos Rafael Medeiros de Souza.
Apesar de todos esses anos de trabalho (60 anos) dedicado à cidade através da Prefeitura. O entusiasmo continua o mesmo do primeiro dia de trabalho desse exemplo de servidor público.
Na manhã desta sexta-feira (14), funcionários da Secretaria de Administração prepararam uma homenagem para Zezinho com um café da manhã. Estiveram presentes vários secretários, e na oportunidade, foi lida uma mensagem do prefeito Carlos Rafael. Também foi apresentada uma poesia de composição de Gilmar Lira do setor de Contabilidade. O secretário Jucinério Félix também felicitou Zezinho, e o artista Ricardo Lacerda fez uma apresentação de forma improvisada para o homenageado.
HOMENAGEM   AOS   60   ANOS DE   FUNCIONÁRIO   DA   PREFEITURA DE   JOSÉ    VICENTE  (   Zezinho)

JOSE  VICENTE  –   ZEZINHO
DE  PARABÉNS    TÚ    ESTÁS
RECEBA O  NOSSO  ABRAÇO
DOS  SEUS   AMIGOS   LEAIS
PELOS   SEUS     60     ANOS
DE  TRABALHO  QUE  HOJE  FAZ.
  
DE  MUITA   LUTA E  TRABALHO
SUA   MISSÃO   É   CORRETA
NESTE   14    DE     JULHO
COMEMORA  ATÉ  COM  FESTA
DE  SERVIÇOS  À  PREFEITURA
60   ANOS      COMPLETA.


RECEBA    DESTA     EQUIPE
COM TODA  AS BÊNÇÃOS  DO  CÉU
DOS  SECRETÁRIOS  E  AMIGOS
UMA     FAIXA   DE     TROFÉU
E   UM   ABRAÇO  DO  PREFEITO
NOSSO  :    CARLOS   RAFAEL.

NA  CONTABILIDADE  ESPERAMOS
VOCE     SEMPRE   VISITAR
COM  O  JORNAL   CONTRAPONTO
E    AS     NOTÍCIAS    CHEGAR
PARA      RAILSON    E   STÊNIA
BOSQUINHO,  EUNICE  E  GILMAR.

Poeta:   Gilmar  Lira

DADOS  Redação Portal CZN FOTOS Ângelo lima

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Terminal de passageiros do aeroporto de Cajazeiras mais parece uma casa de conjunto



O ex-governador José Maranhão ao assumir o governo do estado em 2009, anunciou a realização de um sonho da população de Cajazeiras e região.
O aeroporto regional tão propagado e prometido por governos passados, começou a sair do papel trazendo esperanças de progresso e desenvolvimento para a região da terra do Padre Rolim.
Com investimentos que beiravam a casa dos cinco milhões de reais, o aeroporto regional de Cajazeiras tinha tudo para ser um dos mais modernos do estado.
A primeira etapa que era a construção da pista de pouso das aeronaves, foi concluída com grande sucesso sendo elogiada por pilotos experientes acostumados a pousar e decolar de pistas dos principais aeroportos do país.
Mas por outro lado, os poucos recursos para o terminal de passageiros na ordem de R$ 220.000,00 (Duzentos e vinte mil reais) não são suficientes para se construir um espaço adequado para estrutura da obra.
E o que se vê em meio a uma pista imensa, é uma casinha que mais parece casa de conjunto, tirando assim toda beleza do projeto.
Nas fotos é possível observar a construção já adiantada do terminal que deverá ser entregue até o mês de Setembro de 2011.
Blogdofurao.com

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Briga de galo em Cajazeiras


Até parece briga de galo. De galo velho contra galo novo. E também de galo não tão novo assim. Briga entre eles. Ora com um, ora com outro. O galo inexperiente cisca com força, risca o chão, abre as asas, faz que vai voar, balança a crista e as penas, canta alto, enfim, faz tudo para mostrar-se o dono do terreiro, onde chegou, sem aviso, no bico da cegonha dos encontros e desencontros da política cajazeirense, embalado na inusitada a renúncia do prefeito Léo Abreu.
Em frente ao terreiro, o galo velho espalha brasas junto à platéia. Sobe na pilha de processos só para ver melhor a rinha e, não contente com seu invejável posto de observação, armado sobre 25 mil votos, ainda desfila feito um pavão, mesmo sendo apenas um galo com juba de leão... Estica as pernas, deixando à mostra seus afiados esporões, sacode as asas, abre a calda furta-cor e goza a reação da plebe que, atenta, foca o olhar naquele monte de papeis (um dossiê?) comprometedores da ação de outro galo, não tão velho, burocraticamente empilhados, em contraste com a desarrumação deixada na prefeitura de Cajazeiras, antes de Léo descobrir-se sem tesão para administrá-la.
O galo não tão velho, mas afeito às rinhas daqui e de outras plagas, nunca aparece de crista baixa. Nem quando chegou, falando baixo, sem amor, sem paixão, à sombra de Epitácio. Adora desafios, em especial quando tentam barrá-lo na entrada no clube, aí esse galo não tão velho solta faísca pra todo lado, asas abertas, olhos mais abertos do que as asas: um olho na Justiça, outro fixo no terreiro. Um terreiro conhecido, ora, ora, quem foi rei nunca perde a majestade. Nem a sagacidade. Por isso, os pés do galo não tão velho ciscam cascas de banana para o lado do estreante, que, parte pra cima, coitado, o esporão ainda verde, o couro do pescoço mal depenado, sem sebo de carneiro, vulnerável à primeira bicada logo na preliminar do grande embate de 2012.
E nós, eleitores? Nós? Nós adoramos. Emoção 365 dias do ano, de janeiro a dezembro, com os pequenos intervalos das festas populares e uma ou outra comemo- ração familiar. Ou para um pesaroso velório. E assim mesmo... Lá esta- mos nós, na calçada, no bar, emcaminhadas ao nascer do sol ou à tar- dinha, no balde do Açude Grande, na torcida: quem xingou mais, quem puxou a briga, você ouviu no rádio? Tá no blog também, com foto e tudo. Aquela foto da pilha de processos, tá arretada...
A gente se diverte. E toma partido por um ou por outro, tal qual se faz em rinha de galo, mesmo que se trate de eleição. Eleição fundamental ao exercício da cidadania e a definição do rumo que queremos dar à cidade. Que precisamos dar a Cajazeiras.
Responda no sério. Esses galos brigam em nome de quê? Quais são os problemas de interesse coletivo que nossos galos preferidos ciscam para a platéia debater? Que entoam em seus cânticos de guerra? Afinal, eles brigam para realizar que projeto? Por enquanto, só consigo enxergar na rinha casca de banana, poeira para tapar nossos olhos.
Muito pouco para a Cajazeiras pulsante do século 21.


Farpas no Sertão: Aldemir volta a atacar Vitoriano

Farpas no Sertão: Aldemir volta a atacar Vitoriano
Aldemir ataca Vituriano: “Ele só fala bobagem. As gestões dele e do filho foram um caos”

O deputado estadual, José Aldemir (DEM), rebateu nesta quinta-feira (07), as declarações do seu colega parlamentar, Vituriano de Abreu (PSC), que na semana passada afirmou que Aldemir  precisava chegar mais cedo às sessões da Assembléia Legislativa para debater os assuntos da Paraíba e da Região de Cajazeiras.

José Aldemir disse que Vituriano não trabalha como ele trabalha por isso estaria com dor de cotovelo. “Se ele trabalhasse como eu trabalho certamente não estaria dizendo tamanha bobagem como esta”.

O deputado Democrata também discordou de Vituriano que anunciou esta semana a apresentação de um dossiê do ex-prefeito, Carlos Antônio (DEM). Ele afirmou que quem deve ter a administração verificada é o ex-prefeito e atual deputado estadual “. Quantos dossiês aconteceram por aí e tudo deram em pizza, agora Vituriano devia lembrar do hospital municipal, que até hoje está inacabado por irresponsabilidade dele. O Palácio Cocodé, um superfaturamento vergonhoso, que foi comprovado pela CPI criada na época. A venda dos galpões do município. A farra de combustíveis e tantas outras coisas. Ele deveria está preocupado também com o caos administrativo deixado pelo seu filho, e hoje tentam a todo custo, colocar a culpa na gestão de Carlos Antonio” . Detonou Zé Aldemir.

Perguntado se ele aceitaria e concordaria com a vinda de Vituriano de Abreu para o grupo de Ricardo Coutinho (situação), José Aldemir foi rápido na resposta em afirmar que tal decisão não compete a ele, mas sim ao Governador, mas lembrou que Vituriano foi eleito pelo povo para ser um deputado da oposição. “O povo elegeu ele para ser oposição, não foi para ser situação”. Finalizou.

As declarações do Deputado José Aldemir foram dadas no programa Rádio Vivo da Rádio Alto Piranhas, nesta quinta-feira.
DIÁRIO DO SERTÃO
  

Cajazeiras: metade das casas possuem “gato”

Cajazeiras: metade das casas possuem “gato”
Mais da metade das residências do município de Cajazeiras, no Sertão do Estado, funcionam com irregularidades no recebimento de energia elétrica.

A constatação é da empresa Energisa, que através de uma fiscalização, nesta quinta-feira (7), autuou os moradores e retirou os chamados “gatos de energia” das casas.

- A gente sabe que na Paraíba tem um problema crítico de fraudes e furtos de energia, então nossa intenção é acabar com essa prática – relatou o gerente da empresa, Fabrício Alvarenga, em entrevista à TV Paraíba.

Em um mês de fiscalização em Cajazeiras já foram realizadas mais de mil inspeções e destas, mais de 500 irregularidades foram encontradas.

Na Paraíba já foram efetuadas mais de 25 mil inspeções, com mais de 12 mil constatações de irregularidades.

A pessoa que for flagrada praticando roubo de energia pode responder criminalmente, além de pagar uma multa.

Conforme a Energisa, o gasto da empresa com as perdas por causa dos “gatos”, reflete no bolso dos usuários honestos.

- Os investimentos que são feitos para o combate às perdas de energia têm sim um impacto na tarifa e de certa forma o consumidor honesto acaba pagando pelo desonesto – explicou Alvarenga, apelando para que haja conscientização por parte de toda a população para que os roubos de energia sejam denunciados.  
Paraíbaonline

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nosso querido Wally

Hoje, vadiando pelo "O Último dos Moicanos", caí nas Efemérides.
 Lá está algumas do nosso querido Wally.
 Então, lembrei de uma aposta que fizemos, aí por volta de 1975 onde morávamos em uma república em C. Grande.
 Nessa época, existia a revista Realidade.
 Havia uma promoção que pagava algo assim como R$ 50,00 em dinheiro de hoje, para quem enviasse um causo de mentira e este, fosse publicado.
 Apostei com Wally, uma meia dúzia de cervejas e cada um de nós enviou sua mentira.
 Escreví algo que escutei sobre seu Nô, acho que era vereador, uma figura folclórica de Cajazeiras, que morava na rua Coronel Peba.
 Wally, mandou uma estória sobre Emerson Fitipaldi, campeão de F1 recentemente, que eu não sei de onde ele tirou.
 Escreveu que no grande premio Brasil, em Interlagos, Emerson, fez uma curva tão fechada, mas tão fechada, que os pneus, roçaram na bandagem lateral, deixando gravado na pista a palavra PIRELLI.
 Não precisa dizer quem ganhou....
 Paguei e bebemos as cervejas na Sorvedrinks e ele ganhou o premio da revista Realidade.
 Vou ver se consigo achar arquivos da Revista Realidade com essa publicação.
 Esta é mais uma do Cara, que acho que pouca gente sabe.
 Abraço,
 Marcos Diniz

Peraí, Dosanjos, você mandou medir, não foi contar!

Quando minha avó Dosanjos inesperadamente ficou viúva, sobrou-lhes apenas o sítio Melão no Estado do Ceará, depois dos acertos com os credores. Na penúria teve a ideia de saber o tamanho da propriedade e então chamou um topógrafo da região.
A figura veio, acertou o preço e caiu em campo para fazer o serviço. Usando o instrumento da época, uma vara de cinco metros e danou-se com o ajudante a estender a vara pelos cantos do sítio. Estendia, marcava o lugar no final da vara e novamente tornava a estender a vara e assim rodeou todo o sítio em vários dias de trabalho, almoçando e jantando com o ajudante às custas da viúva.
- Pronto está tudo medido, botei a vara do começo ao fim do sítio!
Vó Dosanjos então perguntou quantas varadas tinha dado e assustada ouviu a resposta:
- Peraí, Dosanjos, você mandou medir, não foi contar!
E tudo teve que ser refeito.  

domingo, 3 de julho de 2011

II Xamegão de Brasília foi sucesso total! Parabéns à AC2B

João e Maria estavam vigilantes à festa
Los BEMBENS cum sanfoneiro e tudo!
O folguedo foi animado pra xuxu!
O forró correu frouxo
Festa sem muié num presta e lá tinha cajazeirenses à vontade