sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A Faisqueira com faíscas pra todo lado

Uma dúzia de bois

A ex-prefeita de Poço de José de Moura, Aurileide Moura, estaria pedindo aos amigos 12 bois para matar no dia da inauguração da chegado do asfalto a sua cidade. Como a estrada tem 12 quilômetros, a cada quilômetro teria um churrasco. Esta obra que foi prometida por José Maranhão e Cássio, somente agora no governo de Ricardo Coutinho está sendo executada.

Uma dúzia de bois 2

A ex-prefeita não votou em Ricardo Coutinho, mas em José Maranhão nas últimas eleições e seus adversários garantem que a intenção da mesma seria a de levar o “dono da festa” até a sua residência para comer do churrasco dos doze bois. Como Ricardo é vegetariano, e só come folhas, igual a camaleão, deverá participar de um banquete na casa de Paulo Brás, seu aliado e correligionário e que vai ter o seu apoio para a prefeitura, em 2012. Os adversários de Moura dizem que ela está querendo entrar no céu a força e que desconhece por total a “postura” política do “Mago”.

Férias prolongadas

O site que mostra a transparência do governo do município de Cajazeiras só contem informações até o dia 31 de maio e como a Lei Complementar 139/2009, diz que as mesmas devem ser postadas em tempo real, já está com mais de dois meses que o cidadão está privado de ter conhecimento da movimentação financeira do município.

Férias prolongadas 2

O período que está faltando é totalmente da responsabilidade do atual prefeito, que assumiu os destinos de Cajazeiras desde o dia 16 de maio, com a renúncia de Dr. Léo. A desculpa apresentada pelo titular da Fazenda Pública foi: “Há um pequeno atraso no lançamento da contabilidade por causa de um servidor efetivo que goza férias". Não estão longas demais estas férias? Vale lembrar que o prefeito tem falado com muita ênfase sobre a transparência que quer dar ao seu governo, mas um simples servidor (insubstituível?) tem posto por terra todo este projeto?

Portal

O portal da transparência da prefeitura de Cajazeiras, entre janeiro e maio de 2011, elenca cinco transferências de recursos, no valor de R$179.500,00, para a empresa 9ideia, para pagamento da mídia institucional e mesmo com este valor ainda tem veiculo de comunicação que está com 12 meses de atraso, sendo 10 de Dr. Léo e dois da atual gestão. Nem bodega de ponta de rua agüenta um rojão deste. Neste caso vale o velho ditado popular: “venha a nós e ao vosso reino nada”.

Nova Era

Tem gente ai de olho no Diário Oficial do município de Cajazeiras, o Nova Era, depois que circulou uma noticia pelas esquinas da cidade, que durante uma reunião, realizada na aprazível residência do empresário Tico Miudeza, aonde teriam sido entregues 18 portarias para a função de assessores da área de comunicação, o famoso “pé de serra”.

Manifestação

O que o ex-deputado Jeová Campos anda dizendo a respeito do prefeito de Cajazeiras e como chegou ao poder, a alguns amigos, não dar para publicar. E está prometendo uma manifestação pública para botar a boca no trombone. Um destes seus amigos diz que se ele fizer este ato público fica mais do que provado que tem “aquilo roxo”, já outros dizem que ele está querendo puxar brasas para a sua sardinha.

Sinal verde

Quando da entrevista de Fabiano Gomes, na Rádio Alto Piranhas, no Programa Trem das Onze, do jornalista Fernando Caldeira, fez-se presente o também jornalista e radialista Adjamilton Pereira. Logo após a entrevista a Dra. Denise, esposa do médico Carlos Antonio, teria passado um torpedo para Fabiano afirmando que as portas das oposições, em Cajazeiras, estariam abertas para receber Adjamilton de volta. E ele tomou conhecimento do torpedo.

Sinal verde 2

Na última terça-feira, dia dois, ficou mais do que comprovado que as conversas neste sentido andam a mais de mil quilômetros por hora, porque foi desta vez que a própria Dra. Denise quando entrevistada por Adjamilton Pereira, no Programa Boca Quente, da Difusora, que deu o sinal verde, inclusive citando também o seu nome como um dos possíveis candidatos a vice-prefeito, na chapa da oposição. No final da entrevista já não havia mais sinais de amizade, mais de namoro firme, quando Adjamilton rasgou um quilometro de seda para a Dra. Denise.

Encontro de amigos

O radialista Adjamilton Pereira se encontrou com um colega e fez a sua saudação habitual: e aí garotinho! Tudo bem? E veio uma informação: garotinho, eu estava ali num lugar e chegou o prefeito Carlos Rafael, bateu no meu ombro e disse: em breve você vai está do meu lado. E eu apenas fiz um sorriso. E veio a resposta de Adjamilton: “diga nada não garotinho, mas se ele souber o que vem por aí para ele”. E foi uma gargalhada só! O que será que tem debaixo deste angu que muitos dos mortais cajazeirenses não sabem?

Banca forte 
Tem aportado na redação do GAZETA, uma informação, de que na última viagem que fez o prefeito de Cajazeiras, Carlos Rafael, a cidade de Brasília, teria contratado uma das principais bancas de advogados do país, para cuidar especificamente dos processos do ex-prefeito Carlos Antonio junto aos órgãos federais. Carlos Rafael quer barrar, no nascedouro, a candidatura de Carlos Antonio a prefeito de Cajazeiras. 

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

EM CZ: prefeitura destrói monumento e passa quase quatro meses para construir rotatória

A prefeitura de Cajazei-ras passou quase qua-tro meses para construir uma rotatória na Avenida Comandante Vital Rolim, no centro da cidade. A obra foi iniciada no final do mês de abril, logo após a destruição do único monumento histórico da cidade, que homenageava o mártire João do Couto Cartaxo, que morreu defendo a "Terra do Padre Rolim".
A nova rotatória foi concluída nesta terça-feira (02) e será inaugurada na programação na semana da cidade, que vai ser comemorada na terceira semana de agosto. A construção vai homenagear a jovem Gilzeanne de Assis Pereira, que faleceu vítima da violência do trânsito.
Já o monumento foi transferido para a Praça Nossa Senhora de Fátima e também será inaugurado na semana da cidade.
DIÁRIO DO SERTÃO

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Bairro Vila Nova ganhará praça que se chamará Pça. Epitácio Leite Rolim

A Prefeitura Municipal de Cajazeiras em sua programação das festividades alusivas a semana da cidade que acontecerão neste mês de Agosto, estará iniciando a construção de uma praça no largo da Vila Nova II, que se chamará praça Epitácio Lite Rolim.
O bairro que já tem o nome do ex-prefeito através de projeto do vereador Raimundinho e aprovado na câmara municipal, ganhará a praça em homenagem ao ex-prefeito de Cajazeiras que faleceu no mês de Dezembro do ano passado.
Para o prefeito Carlos Rafael, esse é apenas um pequeno reconhecimento a todo trabalho prestado a Cajazeiras pelo Velho Pita, que ainda é muito pequeno diante de toda contribuição que Epitácio deu durante toda sua vida a terra do Padre Rolim.

Fonte: Blog do Furão  

domingo, 31 de julho de 2011

Vituriano de Abreu é campeão em ocorrências judiciais na Paraíba



      O currículo de quase metade (44%) dos deputados estaduais da Paraíba está “mancha- do” com ocorrências judiciais, de acordo com levantamento feito pelo Po- líticaPB com dados reti- rados da ONG Transparência Brasil. Dos 36 parlamentares paraibanos, 16 já foram citados na justiça e são responsáveis pela exis- tência de 34 processos, uma média 2,1 ação por deputado. Onze (32,35%) dessas ocorrências tratam de execução fiscal. O res-tante divide-se entre improbidade administrativa, crime contra fé pública, ação civil pública, entre outros. O campeão em processos judiciais é Vituriano de Abreu (PSC) com oito menções na justiça.  Vituriano é alvo de uma representação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), duas ações de execução fiscal movidas pela União e pelo Instituto Nacional do Seguro Social e cinco ações movidas pela prefeitura de Cajazeiras por crime contra a fé pública. Em segundo lugar no ranking dos mais citados na justiça aparecem André Gadelha (PMDB) e Léa Toscano (PSB), cada um com quatro processos.  O peemedebista é alvo de uma ação de execução fiscal movida pela União, uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Estado da Paraíba e uma ação de execução movida pelo município de Sousa.  Além disso, André Gadelha foi condenado em ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal e União sob a acusação de participação em esquema de fraude em licitações quando vice-prefeito. A Justiça determinou a restituição da quantia desviada aos cofres públicos, o pagamento de multa no valor do prejuízo causado ao erário e a suspensão dos direitos políticos por cinco anos. Ele recorre da decisão.  A socialista Léa Toscano é alvo de uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal referente a irregularidades na locação de imóvel pela prefeitura de Guarabira, uma ação de execução de título extrajudicial movida pela União e uma ação de execução fiscal movida pela Fazenda Nacional.  Léa também foi responsabilizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por irregularidades (ausência de licitação e inobservância de princípios constitucionais) na locação de imóvel pertencente a seu marido, Zenóbio Toscano.  Domiciano Cabral e Hervázio Bezerra, ambos do PSDB, aparecem em terceiro lugar no ranking com três citações na justiça, cada. Domiciano é alvo de três ações de execução fiscal movidas pela União. Já Hervázio é acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal, pela União e pelo município de João Pessoa e responde, ainda, a duas ações civis públicas.  Genival Matias (PTdoB) é responsável por dois processos na justiça. O deputado é alvo de uma ação penal movida pelo Ministério Público Federal por crimes contra a ordem tributária e uma ação de execução fiscal movida pela Fazenda estadual.  Os outros dez processos contra deputados se dividem entre:  Anísio Maia (PT) - É alvo de ação de execução fiscal movida pela Fazenda estadual; Antônio Mineral (PSDB) – Foi condenado a devolver aos cofres públicos o montante de R$ 1.140,17 em virtude de irregularidades na aplicação de recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) à prefeitura de Areia de Baraúnas em 2000;  Gilma Germano (PPS) – É alvo de ação de execução fiscal movida pelo município de João Pessoa; Guilherme Almeida (PSC) – Teve o mandato cassado por infidelidade partidária;  José Aldemir (DEM) – Foi condenado a ressarcir a Câmara dos Deputados em R$ 12.279,93 por uso de apartamento funcional depois do fim do mandato de deputado federal, além de pagar multa de R$ 4 mil. Por conta disso, seu nome está no Tribunal de Contas da União (TCU) Cadastro de Responsáveis comContas Julgadas Irregulares;  Márcio Roberto (PMDB) - Teve a prestação de contas da campanha de 2000 reprovadas e recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve a reprovação;  Olenka maranhão (PMDB) - Acusada de fornecer alimento ou transporte gratuitos a eleitores; Ricardo Marcelo (PSDB) - Teve rejeitada sua prestação de contas da campanha de 2006;  Tião Gomes (PSL) - É alvo de ação por crime contra o patrimônio; Wilson Braga (PMDB) - É alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal pelo recebimento de valor acima do teto estipulado para agentes públicos.  Sobre o levantamento - De acordo com o site Excelências, da ONG Transparência Brasil, as informações sobre ocorrências nas Justiças estaduais e nosTribunais de Contas dependem da disponibilidade de dados em cada Corte, havendo grande disparidade de estado a estado. Por isso, pode acontecer eventual ausência de menção a processo em que algum parlamentar é réu. Processos que correm em primeira instância só são incluídos quando movidos pelo Ministério Público ou outros órgãos públicos. No caso de contas decampanha rejeitadas, todas as decisões são assinaladas aqui (desde que o político não tenha obtido a anulação da decisão), mesmo que o parlamentar tenha corrigido o problema (no caso de erros formais, por exemplo).  São anotadas ocorrências relativas a homicídio, estupro e pedofilia, mas não são incluídos litígios de natureza privada (como disputas por pensão alimentícia), nem queixas relacionadas a crimes contra a honra (porque políticos são freqüentemente alvo desse tipo de processo). Assinalam-se inscrições na dívida ativa previdenciária e na lista de autuados por exploração do trabalho escravo. 
Nice Almeida PolíticaPB

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Faisqueira


Cabeludos
O Tiro de Guerra de Cajazeiras poderá não participar do desfile do Dia da Cidade porque o barbeiro que é pago pela Prefeitura não estaria cortando, conforme contrato, o cabelo dos atiradores. E o subtenente Almeida já tentou várias vezes junto à prefeitura resolver o problema e não tem conseguido e afirma que sem cabelo cortado o TG não desfila. Até numa simples questão desta tem engasgo, imagine no resto?
Alan Rodrigues
O empresário Alan Rodrigues, filho do ex-prefeito de Cajazeiras, Zerinho Rodrigues está tendo o seu nome lembrado para ser candidato a vice-prefeito de Cajazeiras na futura chapa da situação. Tem um nó a ser desatado: o PP, que quer indicá-lo, está rachado no meio e a outra banda está nas mãos da oposição (Zé Aldemir e Carlos Antonio). O sonho de Arlan poderá ser adiado, ou poderá se tornar real se for para outro partido.
Vespeiro
No último domingo, no Programa Trem das Onze, produzido e apresentado pelo jornalista Fernando Caldeira, direto da capital do Estado, o entrevistado foi o radialista e empresário Fabiano Gomes e quem acabou aparecendo no local foi o também radialista Adjamilton Pereira. Este gesto de Adjamilton foi entendido como um possível entendimento para a sua volta ao ninho do prefeito Carlos Antonio, de quem foi um fiel aliado durante mais de sete anos e que rompeu nas últimas eleições para prefeito.
Vespeiro 2
Durante a entrevista, Fabiano Gomes, teria recebido uma mensagem, via celular, da Dra. Denise (esposa de Carlos Antonio), defendendo o retorno de Adjamilton ao velho ninho. Tem um pequeno detalhe: a maioria esmagadora dos aliados de Carlos está com um pé atrás com esta negociação. Mas será que Adjamilton quer?
Prestigio
Perdeu-se a conta do número de prefeitos e de políticos que foram até a cidade de Joca Claudino, no último dia 23, para assistir a entrega do titulo de cidadão jocaclaudinense ao empresário João Claudino Fernandes. A quase totalidade dos políticos da região se prende também ao fato de que no próximo ano vão acontecer as eleições municipais e como Seu João tem sido um “paizão” para todos, “os meninos” aproveitaram para dar a benção a ele.
Prestigio 2
Vale ressaltar que de quase toda cidade tinha político da “situação” e também da “oposição” se bicando na festa, só que eram fotografados separadamente. Só Seu João para juntar este povo numa única festa.
Prestigio 3
Durante a solenidade o deputado estadual Antonio Vituriano de Abreu e o prefeito de Cajazeiras, Carlos Rafael se sentaram um ao lado do outro. Um curioso ficou observando os seus comportamentos e viu que não trocaram uma única palavra. Por educação ou será que está existindo alguma rusga?
Estranho
O prefeito Carlos Rafael esteve recentemente na cidade de Teresina, acompanhado do deputado estadual Antonio Vituriano de Abreu, em visita ao empresário João Claudino e ao retornar, circulou pelos sites da cidade, que Seu João iria dar a importância de dois milhões e meio de reais para reurbanizar a Avenida Joca Claudino.
Estranho 2
Teria havido um “ruído” de comunicação: o que Seu João teria “prometido” seria tentar uma emenda parlamentar, através do senador João Vicente, para reconstruir a avenida e de doar o terreno onde era o curral de gado de seu pai, para construir uma praça. A diferença entre uma notícia e outra está longe demais, mas enquanto existe vida, aí está a esperança. Será que o projeto já foi feito?

Impedimentos
Ainda constam no Cadastro Único de Convênio três impedimentos para que a prefeitura de Cajazeiras fique possibilitada de celebrar convênios com o governo federal: são as certidões negativas do INSS, do IPAM e prestação de contas de um convênio. Nos últimos meses a prefeitura fez repasses para o IPAM em valores aproximadamente de um milhão de reais, o que teria regularizado o débito, mas poderá até 60 dias para ter em mãos a certidão de adimplência do IPAM.


Moradores reclamam de abandono da Praça da Catedral

Quem passa pelo espaço se depara com plantas murchas e falta de limpeza.

A praça da avenida Padre Rolim (foto),  que fica ao lado da Igreja Matriz de Cajazeiras vive em completo abandono pela falta de cuidados da administração municipal. Quem passa pelo local, ou mesmo quem vai ao espaço para descansar, se depara com lixo, plantas murchas, gramínea destruída, orelhões quebrados, pichações e falta de conservação do local.  

Vários moradores do setor entraram em contato com a redação do Radar Sertanejo para denunciar o descaso.

A praça fica ao lado  da Igreja Matriz e da residência do Bispo Dom José Gonzáles. O lugar é um dos mais vistos pelas pessoas, haja vista  a movimentação intensa na avenida.

“É total o descaso com esta praça. As árvores precisam de poda, precisam serem regadas,  há muito lixo no local. As autoridades já foram infomadas, mas até agora nada foi feito.” Disse um morador à reportagem.
Fonte:Radar Sertanejo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Filial das Lojas Americanas será inaugurada no mês de Novembro em Cajazeiras

A cidade de Cajazeiras ganhará uma filial das lojas Americanas que funcionará no Cajazeiras Shoping.
A inauguração está sendo preparada para o mês de Novembro junto com o término das  ampliações que estão sendo feitas..
Segundo o proprietário do Cajazeiras Shoping o empresário João Araújo, serão gerados cerca de 250 empregos diretos e indiretos que contribuirão para o desenvolvimento da terra do Padre Rolim.
Conheça mais um pouco das Lojas Anericanas:
Lojas Americanas (LASA) é uma empresa brasileira do segmento de varejo fundada em 1929 na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, pelo Austríaco Max Landesmann e pelos norte-americanos John Lee, Glen Matson, James Marshall e Batson Borger. Atualmente, a empresa conta com mais de 465 estabelecimentos de vendas em 22 estados do Brasil e também no Distrito Federal.
A Lojas Americanas tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro e conta com 3 centros de distribuição, emNova Iguaçu (Rio de Janeiro), Barueri (São Paulo) e Recife (Pernambuco).
É controlada por três empresários: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, o mesmo trio que comanda a Inbev (antiga AmBev), GP Investimentos, América Latina Logística e outros grupos. A rede comercializa mais de 80 mil itens de quatro mil empresas diferentes.
Em janeiro de 2007 a Lojas Americanas adquiriu a operação brasileira da rede de vídeo-locadorasBlockbuster por R$ 186,2 milhões e adaptou as lojas ao modelo Americanas Express.
Através do programa de expansão “Sempre Mais Brasil”, que prevê a abertura de lojas em todos os estados brasileiros até 2013, a rede pretende se tornar a primeira empresa varejista com presença em todo o território nacional.
Blogdofurao com Wikipédia

domingo, 24 de julho de 2011

Pedro Lins, o literato


Lançamentos de terceiros no Instituto

O Salão Nobre do Instituto – Auditório Humberto Nóbrega – tem sido palco de lançamentos de vários livros de autores paraibanos, em sessões especiais, com grande comparecimento de sócios e convidados.


Em 17 de fevereiro, o escritor e genealogista João Cunha Rolim lançou seu livro São José de Piranhas – Anotações para a sua História, o qual foi apresentado pelo escritor Geraldo Gustavo de Almeida.

No dia 14 de julho, o escritor Pedro Lins de Oliveira lançou o livro de crônicas de sua autoria intitulado Sombras de um Passado, sendo apresentado pela confreira Rosilda Cartaxo.

O escritor conterrâneo Carlos A. Azevedo lançou seu livro editado em Portugal, sob o título Herdeiros do Medo, romance histórico passado naquele país. Foi apresentado pela professora Zélia Almeida.

Em novembro, em sessão especial, foram lançados vários livros. O escritor Natanael Sarmento apresentou seu livro História da Nova Lusitânia, um olhar do vencido.

O vereador Fabiano Villar fez a apresentação do livro de crônicas do Padre Assis, intitulado Crônica das 12.

O escritor Fernando Coelho lançou seu livro A OAB e o Regime Militar, tecendo comentários sobre a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil durante a ditadura militar.


A Casa da Cidadania tem agora o nome Pedro Lins de Oliveira no Bairro de Manaíra – interior do Shopping - João Pessoa,


O PROJETO DE LEI
Publicada no Diário Oficial de 13/07/2011
Autoria: Do Deputado Branco Mendes
Ementa: Denomina de Pedro Lins de Oliveira, a Casa da Cidadania localizada
no Bairro de Manaíra – interior do Shopping Manaíra, situada no Município
de João Pessoa, neste Estado.
Projeto de Lei nº 124/2011

A SANÇÃO DO GOVERNADOR
O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA:
Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica denominado de Pedro Lins de Oliveira a Casa da Cidadania
localizada no Bairro de Manaíra – interior do Shopping Manaíra, situada no Município de João
Pessoa, neste Estado.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa,
12 de julho, de 2011; 123º da Proclamação da República.Lei nº 9.397 de 12/07/2011

O vaso de flores

Pelos idos da década de 1960, papai, aconselhado por mamãe, resolve me dar um “emprego” no Armazém Paulista que ficava logo no começo da Rua Epifânio Sobreira, um edifício de quatro pisos que, na época, rivaliza com a velha rodoviária Antonio Ferreira, como os dois mais altos prédios de Cajazeiras. O gerente era o finado Antonio Dunga e eu fui nomeado “sub-gerente”, todavia a minha maior responsabilidade era recolher o livro de ponto às oito horas em ponto para que funcionários retardados tivesse o dia descontado.
Ganhava Cr$ 1 (um cruzeiro)! Não era pouco para uma criança e assim mesmo com os gastos de sorvetes e cinema (parque e circo eu não pagava, pois como filho do prefeito tinha acesso gratuito) ainda me sobrava dinheiro.
Chega o dia das mães, com dinheiro poderia me dar o luxo de comprar o presente sem precisar de socorro financeiro de papai. Tem orgulho maior para uma criança do que comprar o presente para sua  mãe neste dia?
Pensei com os meus botões e nada me vinha à mente, chegou sábado e não achava o presente ideal. Sábado dia de feira na cidade e, pensei, lá, certamente, encontrarei o presente. Rodei na feira e não achava nada... Panelas e potes de barro, brinquedos rústicos, literatura de cordel para todos os gostos, roupas, quase que só de chita e cáqui, chapéu de palha, e mil coisas mais, mas eu não achava o presente. Quando já desesperançado em frente á sapataria de Manoel Caiçara na Rua Juvêncio Carneiro, logo ao entrar na rua pela Praça Coração de Jesus, encontro uma velha tão gorda e baixa que mais parecia um metro cúbico de carne vendendo flores. Mas que flores? Uma lata de tinta usada revestida de papel celofane cheia de areia com flores e seus talos feitos de arame, também ambos revestidos de papel celofane.
O presente não era tão feio. Tornou-se. Na alegria de ter encontrado o presente, sai correndo para casa. Menino não anda, corre. Quando eu dobro o canto da Travessa Santa Teresinha que bem no meio, em frente à livraria do finado Horácio Alves, tinha uma fossa grande, até construída na administração municipal de papai, que ficou mais alta que o calçamento, propiciando aos mais apressados a oportunidade de tropeçar. E foi o que aconteceu comigo. Fui para um lado e a lata, oppss, o vaso de flores para outro deixando-o com várias avarias. Ah, isso não é problema, joguei a terra que foi esparramada pelo chão de volta à lata, oppss, o vaso de flores, enfiei de volta os arames, ooppss, os ramos de flores no vaso e voltei a correr para casa, era a casa nova da  Rua Victor Jurema, uma casa grande, a maior e a melhor que morei em Cajazeiras, e escondi o presente na garagem.
Dia seguinte, domingo, Dia das Mães, vou buscá-lo e entro solenemente em casa para entregá-lo à mamãe, a emoção dela foi grande, principalmente quando soube que o presente tinha sido comprado com economias do meu trabalho. Mamãe nem viu o estado deteriorado pelo acidente de percurso, ou melhor, não deixou transparecer.
Empolgado, fiz uma só exigência: “Mamãe queria lhe pedir que guardasse o presente em cima da geladeira” e assim ela fez.
Aí, está o bom da história, as visitas que apareciam lá por casa e vendo a casa toda arrumada e chique, estranhava aquela monstrengo que destoava em cima da geladeira e perguntava: “Teresa, o que aquela presepada em cima da geladeira?”. Mamãe, afobada, fazia sinal de silêncio e cochichava: “Foi o presente do dias das mães do meu filho!”
E lá permaneceu por bom tempo, assustando as visitas.

domingo, 17 de julho de 2011

Cordel: Eu fui a Romaria de Bosco Barreto ao Padre Cícero









 









O dia em que conheci o peripatético Bosco Barreto!

Eram tempos de obscuridade. Não havia li- berdade de pensamento. Eu morava no Maranhão, mas todos os anos eu vinha para a Semana Universitária e, invariavelmente trazia al- guns amigos maranhenses. O rancho ou era na casa do Tio Waldemar ou na casa de papai se ele tivesse e- xercendo mandato político e consequentemente com residência na boa terra.
Numa destas, não dar para precisar bem o ano, houve um quiprocó dos diabos na SORVEDRINKS (corrijam-me se não era o nome do Bar da Dorinha Montenegro) na esquina da Rua Tenente Sabino com a Travessa Francisco Bezerra (rua do antigo Hotel Oriente).
O bar era bem movi- mentado, a juventude em peso, na parte da travessa em frente ao bar e as duas calçadas eram ocupadas por mesas sempre lotadas de clientes, impendindo os car- ros de chegarem à Rua Juvêncio Carneiro, ou seja, tinham que dobrar à esquerda para a Rua Joaquim Peba. Numa bela noite, um jovem engraçadinho, filho do delegado da cidade, num gesto petulante e irresponsável resolve atravessar a rua entre as mesas, o que provocou cizânia enorme. O leão-de-chacára da Dorinha não titubeia e dar uns petelecos no atrevido rapaz que não reagiu, sob pena de ser surrado pelos frequentadores do bar. Foi embora sob um vaia estrondosa! E não que, mais petulante e ainda mais irresponsável, veio o delegado e arrumou o maior pandemônio, claro que deixou os presentes revoltados.
Era a deixa que Bosco Barreto precisava. No outro dia, passou a usar todos os meios disponíveis para desancar o arbitrário chefe de polícia. E o fato tomou dimensões tais que o então Secretário de Segurança do Estado veio a Cajazeiras tentar por panos mornos no episódio.
Bosco Barreto discursando, ao seu lado
Edme Tavares e Epitácio Leite Rolim

O Secretário de Segurança decidiu ir atè a casa da Dorinha para ouvi-la sobre o entrevero. Eu e os amigos do Maranhão estávamos  na casa do Tio Waldemar quando ouvimos a Rádio Alto Piranhas que que estava cobrindo todo o imbróglio, anuncia (ficava da Sorvdrinks logo depois [já esquina da travessa com a Rua Juvêncio Carneiro). Bosco, matreiro, vai também. E o Secretário começa ao vivo pelas ondas da rádio falar com a Dorinha, à guisa de desculpas, e Bosco se intrometendo com as mais variadas diatribes! Conseguiu o que queria! O secretário cai na esparrela de indagar ao Bosco o que ele tinha feito à Cajazeiras. Não deu outra, Bosco endiabrado pega o microfone da rádio e inflamado começa o seu discurso dramático:
- O que é que fiz, o que é eu que faço, Cajazeiras...?
- Lutar contras as arbitrariedades da truculência...
- O que é que fiz, o que é eu que faço,  Cajazeiras...?
- Lutar contra o Decreto 447 que cerceia a liberdade de expressão dos estudantes brasileiros.
E assim continuou com as catilinárias contra o regime, comportamento não usual e nem tolerado pelos militares.
Acostumado eu às obsequiosas abstinências políticas partidárias já que morava no Maranhão, este homogêneo politicamente sob à liderança do eterno José Sarney, fiquei deveras arrepiado com a ousadia do conterrâneo. Impressionou o audaz político.
Era o auge da carreira brilhante, mas efêmera do líder Bosco Barreto.