segunda-feira, 16 de maio de 2011

Carlos Rafael já é o novo prefeito de Cajazeiras

O novo prefeito presta juramento
(Credito Portal CZN - J. França).





Rei morto, rei posto: o novo prefeito é o jovem Carlos Rafael que já foi empossado no cargo e, segundo informações, o próprio foi o portador da carta-renúncia do ex-prefeito Léo.
Atordoado, fiz várias ligações ao ser informado da bombástica notícia. De tudo escutei. Boatos para todo os gostos e feitios. Desde que o ex-prefeito já vinha intentando a renúncia desde o ano passado, mas sempre a iniciativa era desestimulada pelo pai, o ex-prefeito e atual deputado estadual Vituriano de Abreu. Na esteira da boataria ouvi também que a decisão foi calcada na sua aprovação em concurso da Polícia Rodoviária Federal para o cargo de médico-legista com salário de R$ 25 mil.
Mas uma fonte especial bem definiu a situação. Segundo esta, o ex-prefeito não tem a volúpia do poder, preferiu abdicar do tão desejado cargo, já que não via exeqüibilidade em fazer a administração de seus sonhos. Sem dúvida alguma, um gesto que marcará indelevelmente a história da terra do Padre Rolim, um gesto de um jovem idealista, honesto e averso à ganância do enriquecimento fácil, tão comum nos dias de hoje.
 Nada como o tempo para nos possibilitar conhecer toda a extensão da verdade motivadora deste gesto inusitado. De qualquer modo, desejo total e irrestrito sucesso ao novo mandatário municipal nas novas responsabilidades no leme da cidade de Cajazeiras.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Futricando o Orkut alheio

Quando trabalhava em Presidente Dutra-MA. S.Valdir, Pedro do Incra, " ? ", Batista, João Madeiros, Daladier(com a nenen), Régia, Reginaldo e Graça Aranha
Batizado da filha de Judivan Ricarte (Joinha) e Mima. Papai e mamãe foram os padrinhos e Padre Gualberto o celebrante, acompanhado de perto por Albanez
Diener
Diener quando serviu a Pátria.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amnésia histórica (Diário do Sertão)

As reações foram as mais diversas e com variados tons de paixão. Para dar lugar a uma rotatória de trânsito se destruiu um monumento histórico da cidade. Em diferentes entonações os protestos pintaram com as cores da omissão, do descaso, da negligência e do desrespeito o comportamento da administração municipal que, a cada picaretada, agredia a memória da cidade.
Uma memória que sofre agressões cotidianas. Velhos casarões desapareceram sob o peso do progresso e da modernidade. Verdadeiros sítios históricos localizados na Rua Padre Rolim, na Praça Nossa Senhora de Fátima, na Praça Coração de Jesus sucumbiram ante a avassaladora força de reformas e demolições. Paredes desenhadas, sacadas e varandas de ferro, portas e janelas que se debruçavam sob a rua, onde outrora donzelas suspiravam ante a passagem de pretendes reais ou imaginários, deram lugar as estruturas de concreto, vidro, painéis e grandes anúncios de propaganda que escondem o que ainda resta de tradição.
A memória da cidade também desaparece nas traças e esquecimentos das peças do outrora museu da cidade. Relíquias e lembranças do Padre Rolim, de Mãe Aninha e de outras famílias fundadoras da cidade sumiram na destruidora força do tempo e da ausência de uma política pública que conserve a memória como forma de projeção do passado sobre o presente e o futuro. Projeção necessária como possibilidade de construção histórica da identidade e do sentimento de pertencimento a um lugar e a fatos, homens e mulheres nele contextualizados.
A cidade despreza e se esquiva covardemente diante da preservação de seus heróis e de seus feitos. Uma preservação que surge não como necessidade de reedição de suas bravatas, mas como imperativa força capaz de forjar a argamassa que une e dá concretude ao presente. Em velhos casarões, em memórias, em amareladas fotos, em monumentos e bustos, em falas e reminiscências surgem um rico e vasto material para a pesquisa histórica, traçando trajetórias e alinhando possibilidades de como viviam, quais costumes, quais hábitos, que vestuário, quais posições sociais homens e mulheres desempenhavam e ocupavam na trama social.
A destruição do monumento com a singela ressalva da necessidade de disciplinamento do trânsito na cidade revela atrofia administrativa. Urgente se faz pensar que o presente não pode atropelar a memória e o passado sob pena de cobranças futuras. Conciliar esses aspectos manifesta maturidade administrativa e interesse com a memória e a história da cidade. Caminhos que se fazem necessários como possibilidades de também ser reverenciado, a posteriore, como memória.

domingo, 1 de maio de 2011

SANTOS E ESTUDANTE: DUAS FORÇAS DO FUTEBOL DE CAJAZEIRAS EM 60

A cidade de Cajazeiras já teve várias equipes de futebol que participavam do campeonato local, na década de 60, e as que mais se destacavam eram o Santos de seu Sérgio David, o Estudante de seu Zé Gonçalves, o Botafogo de Edson Feitosa e o IBIS de Mimita. Além dessas equipes outras também participaram, como o Cajazeiras, o Centenário, o Duque de Caxias, entre outras.

O Estádio onde se realizava as partidas, era o Estádio Higino Pires Ferreira, que foi fundado em 10 de julho de 1948, com capacidade para cinco mil torcedores e tinha como proprietário o Atlético Cajazeirense. Dentro das dependências do Estádio, além de dois vestiários, tinha uma quadra de Futebol de Salão, hoje FUTSAL. No lado das arquibancadas tinha ainda duas cabines de rádio: uma da Rádio Alto Piranhas, que tinha como narrador Zeilto Trajano e outra da Difusora Rádio Cajazeiras, e Jucier Lima era o seu narrador.

Os comentaristas e repórteres de campo das referidas emissoras, ficavam sentados na parte interna do alambrado, que separava o campo dos torcedores. O comentarista da Rádio Alto Piranhas, Jota Gomes (Badin), ficava neste local, juntamente com os repórteres de campo Chagas Amaro e eu, Pereira Filho. O operador de som da Rádio Alto Piranhas, Jonhson Vilante, bem como o seu auxiliar Zé Gorete, também ficavam sentados neste no mesmo local. Tinha ainda o comentarista esportivo da Alto Piranhas, meu irmão Sales Pereira, que ficava sentado na parte superior dos vestiários.

Minha função era ir até os vestuários antes do início do jogo e pegar a escalação das equipes, e ainda os nomes dos jogadores e técnicos, que ficavam no banco de reservas. Com os nomes nas mãos, Zeilto Trajano, o narrador, passava o som para que eu anunciasse os nomes dos onze jogadores de cada equipe, que iniciaria o jogo. No decorrer da partida, quando era substituído um jogador, Zeilto me passava o som, novamente, e eu anunciava o nome do jogador que estava entrando. Ainda, no decorrer do jogo, eu fazia anotações importantes para que na segunda-feira, no programa Panorama Esportivo – que tinha como locutor meu irmão Erisvaldo Pereira – o comentarista Chagas Amaro usasse essas anotações para seu comentário do dia.

Entre vários clássicos realizados neste estádio, vou citar Santos e Estudante. Duas forças do futebol Cajazeirense, que protagonizavam uma grande paixão dos torcedores que lotavam o Estádio Higino Pires Ferreira, nas tardes de domingo.

Imaginemos o seguinte: tarde de sol quente, as três e meia da tarde, estádio já lotado com suas torcidas agitando suas bandeiras e tocando seus instrumentos de batucada; Elias do picolé com sua carrocinha dentro do estádio já vendendo picolé de côco, de cajá, de tamarindo, entre outros sabores, da Sorveteria de seu Walmô. Elias sempre gostava de fazer gaiatice para chamar a atenção dos fregueses e era parte do espetáculo que fazia a torcida agitar. Tinha ainda as pessoas da família de seu Antônio Rolim, que assistiam o jogo sentados em cima do muro da casa deles, que fazia divisa com o estádio. Neste local tinha uma árvore muito grande que dava sombra para o lado do estádio e para o lado da casa deles.

Do lado de fora muitos garotos não tinham dinheiro para comprar o ingresso e assistir ao jogo. Eles ficavam olhando pelos buracos do portão de saída, subiam nos postes que eram quase colados no muro lateral do estádio e no muro da parte de trás do referido estádio.


Santos

Estudante


Às 16 horas o trio de árbitro, que era composto por Tim de Assis e auxiliado por Pedro Revoltoso e Honório, já posicionados, aguardavam a entrada das equipes do Estudante e do Santos. O Estudante entra em campo com uniforme nas cores azul e branco, com listas verticais nas camisas e meiões, e o calção azul. O time do Estudante entrava em campo com o goleiro Francinaldo; na defesa Renê Moésia, Marcos Palmeira, Gedeão Palmeira e Alcides; no meio de campo: Mucuim e Airton; e no ataque: Nilbertson, Galego Diá, cabo Lima e Valber. O time do Santos entrava com uniforme nas cores preta e branca, com camisas pretas e listas brancas, e calção branco. Era formado pelo goleiro Jackson; Na defesa: Bão, Assiszim, Toinho e João Batista; no meio de campo: Teotônio e Fon Fon; no ataque: Blu, Teotônio, Perpétuo e Bil.


O juiz Tim dá início a partida e, no decorrer do jogo, os craques faziam jogadas mirabolantes, chutes em triangulações, chutões pra frente, chapéu no adversário, drible de arrodeio, cruzamentos nos escanteios, batiam as laterais, a falta na entrada da área e de repente, a torcida dá o grito de “gooooooool !” do Estudante, do atacante Galego Diá aos 45 minutos do primeiro tempo. Começa o segundo tempo e as jogadas continuam as mesmas. Bil, do Santos, sai correndo pela lateral do campo com a bola nos pés e seu pai Severino padeiro, colado e puxando o alambrado desesperado grita: “chuta, Bil meu fìi”, e Bil cruzou na área, e Perpétuo de cabeça faz a torcida gritar “goooooool !”, aos 32 minutos do segundo tempo. A partir desse momento é aberto o portão e a meninada que estava do lado de fora entra gritando e pulando de alegria por poder assistir os 13 minutos restantes. Essa era a hora do miserável, porque eles não tinham dinheiro e assim eram chamados pelos torcedores que tinham pago o ingresso. Aos 45 minutos do segundo tempo o juiz Tim apita e aponta para o centro do campo. Final de jogo. Estudante 1 X 1 Santos.

Repórteres das emissoras entram em campo para entrevistar os jogadores e neste momento o que se via no centro do campo é um emaranhado de fios dos microfones dos repórteres e seus operadores de som correndo pra lá e pra cá para desenrolar os fios.

PEREIRA FILHO

Radialista – Rádio Nacioal AM

Brasília – DF

jfilho@ebc.com.br


AS AVENTURAS DE PEDRO MANOELZINHO (OU JOÃO MALAZARTE?)

João de Manoelzinho, homem simples, semi-analfabeto, provido de toda brutalidade, esperteza, valentia, criatividade e até delicadeza que a universidade da vida pode dotar, marcou presença como um Pedro Malazarte da Cajazeiras dos anos sessenta e setenta. Enfrentando a lâmina tênue da vida como um verdadeiro sobrevivente da pobreza, da fome e da violência, fez de sua vida um verdadeiro desafio, uma provocação ao otimismo, um brinde à perseverança, ocupou-se sempre em “empreendimentos” marcantes, nunca sobrou tempo para lamentações.
Nas proximidades da praça Camilo de Holanda, onde seria construída a igreja de São João Bosco, aproveitava a saída dos fieis da missa campal que se celebrava nas tardes de Domingo, num circo mambembe, anunciou a sensacional “mulher que vira peixe”, casa lotada. A jovem artista, que nas horas de trabalho fazia ponto na palha , ao ver tamanho público, não teve coragem de apresentar-se e forçou João de pedir a Zefa dos Peitão um soutien e uma calcinha emprestados para fazer, ele mesmo, a apresentação.
A entrada da figura no picadeiro já provocou uma gargalhada geral, maior ainda quando o baixinho Zé Baleia, o assistente, entrou empurrando um carrinho com os objetos de cena. A platéia estava totalmente entregue à risada quando a “artista”, tirou do carrinho uma frigideira com um peixe dentro e balançou-a com movimentos em que o peixe virava de um lado para outro. A assistência foi à loucura. Homens, mulheres, meninos e até o padre, que saíra da missa direto para o circo, faziam do ambiente a maior balbúrdia, mas a “mulher” estava virando o peixe e foi o prometido. Restou da história a saída de todos, rindo ou reclamando, e a descrença no circo do J. Manoelzinho.
Não havia de ser nada, o circo foi a Jatobá, cidade a 30 quilômetros de Cajazeiras, lá a atração foi o homem que entrava em quatro garrafas. Casa cheia, depois que João, à hora da atração máxima, disse que só um louco acreditaria naquilo e , para cumprir o prometido, colocou um dedo em cada uma das quatro garrafas, a turba destruiu o circo.
Sem circo e sem dinheiro, João foi a Ipaumirim – CE, alugou o cinema local e anunciou o show da noite: o homem que desaparece. Casa cheia e público impaciente, passadas duas ou três horas sem que começasse o espetáculo, alguém da platéia foi à bilheteria informar-se sobre o início da função, soube-se então: o homem desaparecera.
De saco cheio do mundo dos espetáculos, fundou um clube que ficou famoso, pelo episódio de um pai, que perguntando se sua filha moça ali estaria.
-Moça? Aqui não tem, pode até entrar, mas não sai moça.
Voltou-se para o futebol, foi a Juazeiro do Norte - CE e acertou um jogo entre a seleção da cidade e o Botafogo de Cajazeiras, que estava na liderança do campeonato matutão na Paraíba. No acerto, comprometeu-se em levar a filha do prefeito de Cajazeiras para dar o pontapé inicial. Levou seu velho time, o Íbis, como se fora o Botafogo, e uma das meninas da palha para posar de filha do prefeito.
Aos dois minutos do primeiro tempo o “Botafogo” fez um gol, foi só isso. O jogo terminou com o placar de 9x1, para o time da casa. Não deu outra, saiu do estádio debaixo da maior chuva. Copos, garrafas, chupas de laranja, tudo que se podia jogar. Foi preciso proteção policial para a equipe sair do estádio. Ficou barato, João recebera o pagamento antecipado.
Quando Chico Rolim assumiu pela primeira vez a prefeitura da cidade, pressionado pela falta do produto, aumentou o preço da carne e provocou a maior grita na cidade. As difusoras fizeram o maior estardalhaço, a população não falava em outra coisa e a oposição, ainda não refeita da derrota recente, aproveitou a deixa para começar a campanha seguinte. A cidade fervia, tudo o que acontecesse era creditado (ou debitado?) ao aumento da carne.
O prefeito, para diminuir o estrago, negociou com os açougueiros, beneficiários da medida, a doação de toda a carne com osso à população carente. Foi uma festa, era pirão com cachaça por tudo que era lugar.
Junto com alegria da pinga veio a idéia de sair com escola de samba fora de época.
João, apesar de não beber nem fumar, assumiu seu papel de líder da escola. A cidade toda, mal saiu a escola, conheceu o “samba enredo” criado para saudar o aumento da carne. Até o prefeito postou-se num lugar onde não podia ser visto para também conhecer o samba.
O chefe da edilidade ainda hoje se lembra com desconforto do estribilho.
A carne quando assa tem um gosto diferente.
O rico fica alegre e o pobre fica contente.
Oi neguinho! O que é que pobre come?
Pobre só rói os ossos.


sábado, 30 de abril de 2011

Polícia investiga comerciante que abriu 'locadora de mulheres' na PB


Estabelecimento funcionou em Cajazeiras e chamou atenção da população.
Dona do local oferecia mulheres em uma espécie de cardápio, diz delegado.

Glauco AraújoDo G1, em São Paulo


A Polícia Civil da Paraíba investiga uma comerciante que abriu um estabelecimento chamado "Locadora de Mulheres", na cidade de Cajazeiras (PB), que fica a cerca de 500 quilômetros de João Pessoa. Ela é suspeita de praticar o crime de rufianismo, que é a exploração de terceiros para a prostituição.
O inquérito policial foi instaurado pela delegada Cristiane Batista, atendendo a pedido do procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT), Eduardo Varandas Araruna. "Recebi a documentação na quarta-feira (20), antes do feriado e já fiz a Portaria no mesmo dia para iniciar a investigação. Fizemos algumas diligências, mas ainda não ouvimos as testemunhas". A delegada tem 30 dias para concluir a investigação.
Segundo a polícia, a comerciante seria dona de um bar chamado "Brega e Chik", que funcionou no mesmo local onde foi aberta a "Locadora de Mulheres". A natureza dos dois estabelecimentos era a mesma, de acordo com Gilson de Jesus Teles, delegado regional de Cajazeiras. "Ela disponibilizava uma espécie de cardápio de mulheres, com cerca de cinco mulheres. O bar não tinha quartos, então, quem ficasse interessado por elas, entraria em contato com a comerciante e ela faria a intermediação do encontro. O cliente iria com a garota para um motel na região."
De acordo com o delegado geral de polícia da Paraíba, Pedro Severiano, a "Locadora de Mulheres" teria sido inaugurada em 25 de março e fechada no dia seguinte após comoção provocada pelos moradores da região. "Isso tem de ser investigado. A prática de rufianismo é até comum e existe em todos os lugares, mas essa mulher precisa ser investigada."
"Dona virou evangélica"
Após o fechamento da "Locadora de Mulheres", a dona do estabelecimento teria se tornado religiosa. "Ela parece que desistiu do negócio e se tornou evangélica. Agora, precisamos saber se o bar que ela tinha já funcionava com esse objetivo da prática de rufianismo e se ela continua a atuar na área em outro local", disse Severiano.
A Prefeitura Municipal de Cajazeiras informou que cancelou a expedição do alvará de funcionamento do estabelecimento, ainda registrado como "Brega e Chik".
O procurador-chefe do MPT  também encaminhou o problema à Procuradoria do Trabalho no Município de Patos (PB), responsável pela jurisdição de Cajazeiras. “Não obstante a legislação brasileira não proibir a auto-prostituição voluntária de adultos, é considerada ato criminoso a exploração da prostituição em proveito de outrem, conforme definido nos artigos 227 a 230 do Código Penal brasileiro”, disse Varandas.
Além da polícia e PTM de Patos, o procurador-chefe do Trabalho comunicou o fato à Promotoria de Justiça de Cajazeiras para acompanhar o caso.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Irregularidades no Hospital de Cajazeiras rende processo contra a Prefeitura

Problemas foram detectados desde 2009

A Prefeitura de Cajazeiras terá de responder pelas irregularidades encontradas pelo Ministério Público da Paraíba referente ao Hospital Regional localizado da cidade.
A ação, que tramita na 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras, solicita ao juiz que seja deferida a medida liminar e que a Prefeitura seja condenada a corrigir, o mais rápido possível, as irregularidades constatadas desde 2009 pelos Conselhos Regionais de Medicina e Enfermagem (CRM e Coren, respectivamente) e pela Vigilância Sanitária no hospital.
Segundo o promotor de Justiça da Saúde, Ricardo Alex Almeida Lins, vários setores do Hospital Regional apresentam irregularidades graves, como a sala de emergência, pré-parto e parto cirúrgico e normal; a Central de Material Esterilizado, a unidade de recuperação pré-anestésica, UTI, laboratório de análises clínicas, enfermarias e áreas de internação.


O MP também constatou a falta de profissionais de enfermagem e de médicos plantonistas, além da não existência de uma comissão de controle de infecção hospitalar.
Nos últimos dois anos, a Promotoria de Justiça da Saúde teria realizado audiências com os gestores para falar sobre as irregularidades, no entanto as providências tomadas não foram suficientes para resolver o problema.
“Percebe-se, a omissão da Prefeitura de Cajazeiras no cumprimento das determinações dos orgãos fiscalizatórios, porquanto foram feitas inúmeras inspeções e em todas foi constatada a não-conformidade dos serviços de saúde no referido estabelecimento. Diante desse quadro, é necessária a intervenção do Poder Judiciário para fazer com que o Município de Cajazeiras cumpra seu dever, regularizando o sistema de saúde, de forma a garantir o direito individual indisponível à vida e à saúde”, argumentou Lins.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Reunião AC2B Brasilia




Conjunto musical "Los Bembens" formado por Cajazeirenses que moram em Brasília.


Pedro Neto encantado com a cantora Revelação Socorro Moreira
exercita seus dotes de fotógrafo
contagiando o irmão Zé Gonçalves e o Lavôr
O diretor Sales Fernandes falando ao vivo
no Programa Josemar de Aquino da Difusora Rádio Cajazeiras
Socorro Moreira sauda a nova diretoria

Cantores do Tênis Clube




Iracema, Pereira Filho e família de Pedro Neto

O novo presidente Eduardo Pereira, Pereira Filho,
Sales Fernandes e Evaldo Pereira

Fernando; Nilton; Iracema e Pereira Filho.