quinta-feira, 4 de agosto de 2016

GALERIA DE FOTOS DE TRIUNFO-PB

VISTAS AÉREAS DA CIDADE









Pilões



Serra de Triunfo em segundo plano.


Açude de Gamelas que abastece Triunfo-PB
Barra do Juá

Capoeiras - Cachoeira


Capoeiras - Cachoeira
Inscrições rupestres - Capoeiras
Inscrições rupestres - Capoeiras


Capoeiras Paisagem I


Capoeiras Paisagem II


Chácara Sta Inês - Triunfo-PB


Paisagem - Triunfo


Paisagem - Triunfo II
Paisagem - Serra de Triunfo


Novo posto de gasolina


Rua Joaquim Teodoro


Samú


Paisagem próximo a BR


Centro da Cidade
Busto de Doutorzinho


Centro visto do Centro Administrativo


Vista do centro, calçadão ao fundo


Praça do Memorial


Prefeitura


Câmara


Centro Administrativo


Pça do Chafariz


Casa de seu Mouzinho FélixPraça do Chafariz com minha residência 


Praça do Chafariz com minha residência ao fundo.


Pça do Chafariz em frente a minha residência.
Vista inicio da rua Pedro Ferreira


Publicidade muito válida, por sinal, do autor.

História de Triunfo Paraíba

Triunfo, município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na microrregião de Cajazeiras. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2006 sua população era estimada em 9.537 habitantes. Área territorial de 223 km².
História
Um fato religioso de grande importância ocorreu na história de Triunfo em 1864, quando houve uma epidemia de cólera em toda a região. Um beato, conhecido como Caboclo Manoel Bernardo temendo que a doença atingisse a localidade recorreu ao Menino Deus e fez uma promessa de que se o lugarejo fosse poupado daquela calamidade, ele ergueria uma pequena capela e celebraria a sua festa, anualmente, de 15 a 25 de dezembro, com um novenário, fogos e festejos.
Como tendo conseguio alcançar a graça, Caboclo Manoel saiu pelas redondeza pedindo esmolas e levantando fundos para a construção que foi imediatamente iniciada. Após construída a pequena capela logo surgiram em volta residências e prédios comerciais que hoje formam o centro de Triunfo.
A Igreja Matriz do Menino Deus passou por várias reformas e é hoje uma das mais belas do Sertão paraibano. A festa do Menino Deus é mantida tradicionalmente há mais de cem anos e atrai visitantes de toda a região que aqui vem para, juntamente com a população local pagar suas promessas, com vestimentas cor de rosa, assim como é vestida tradicionalmente a Imagem do Menino Deus, vinda de Roma, no inicio do século passado.
Dentre os rituais que caracterizam a festa do Padroeiro, há a apresentação durante as nove noites de novena, de músicos, que adentram a Igreja conduzindo a “Procissão do Ramo”.
A partir da década de 1950, incorporou-se a esse ritual a participação da Banda Cabaçal. Trata-se de manifestação artística de caráter popular trazida por remanescente de um quilombo de Pombal, que no ano de 1951, por questões ligadas a conflitos envolvendo a propriedade da terra, migraram para o Triunfo e aqui chegaram em número de 40 pessoas, e que ficaram conhecidos na localidade como os negros dos 40.
Esse fato é de grande importância para a história de Triunfo porque a incorporação desse povo à vida da comunidade veio acrescentar valores de ordem cultural, econômica, social e humana.
A luta pela emancipação política do município de Triunfo teve o seu ponto alto a partir de uma reunião realizada no dia 31 de agosto de 1959, na residência do Senhor Joaquim Moreira da Silva (localizada na Rua hoje denominada Sete de Setembro), tendo à frente o então Deputado Estadual Acácio Braga Rolim e com a presença de diversas personalidades locais, destacando-se os Senhores Joaquim Moreira da Silva, Raimundo Donato de Oliveira (vereador à época), Antônio Adriano de Andrade, Raimundo de Moura Mouzinho e Francisco Mangueira de Andrade, que integraram a comissão responsável pela delimitação geográfica do novo município e assumiram os trabalhos burocráticos e a articulação política, que culminaram com a nossa independência político administrativa, em 20 de dezembro de 1961, uma lei foi sancionada pelo então Governador Pedro Moreno Gondim, sendo o município instalado oficialmente em 22 de dezembro, data em que se comemora o dia da cidade.


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

E quem são estes cajazeirenses na procissão de N.S. da Piedade

  Ajudem a identificar as pessoas acima. Procissão de N.S. da Piedade em setembro/1981,  passando na rua Padre José Tomás,  ao lado do Cemitério Coração de Maria
Do acervo do Borracha

segunda-feira, 4 de julho de 2016

TORCEDOR FANÁTICO

         Chico Rolim, deputado federal, ex-prefeito de Cajazeiras-PB por três vezes, fazendo serão em seu gabinete, já às oito e meia da noite, nem notou que o funcionário terceirizado da limpeza estava na área, exercendo sua função.
      Nunca fora ligado em futebol. Tinha como princí-pio que o Brasil deveria ser cam-peão na produção industrial, na ex-portação de bens, na produção de alimentos, nessas coisas.
        Trabalhava freneticamente no projeto de lei que iria propor: o da permissão de portar armas aos caminhoneiros em viagem. Sentia, desde a infância no interior do Ceará e da Paraíba, a insegurança de quem viajava na solidão das brenhas desse mundo de meu Deus. Era um fato real e repetido, desde a época dos tropeiros, que atravessavam os sertões em comboios de burros, transportando as riquezas, que este país produzia desde a época do império.
         Por mais que Rolim trabalhasse, por mais que ignorasse a presença do rapaz da limpeza, mais ele fazia barulho para ser notado. Não tinha jeito, o deputado estava absorto no seu projeto. Não havia barulho que chamasse a atenção dele.
         O bedel ficou impressionado com a concentração do congressista. Ate parecia que não estava na câmara. Ficou ali, parado, estático, presenciando o trabalho incessante do parlamentar.
         E ficaram os dois. Um trabalhando, outro observando.
         Passava das dez horas da noite. A câmara estava vazia, não havia viva alma, quando Rolim encerrou sua jornada.
         O faxineiro, depois de tanta espera, de tanto estranhar um deputado trabalhar até aquelas horas. Não conseguiu se conter e fez-se notar.
  Começou per-guntando de qual es-tado era o depu-tado. Depois, pergun-tou qual time ele torcia. Diante da resposta de que ele não tinha time de preferência, não se conteve.
         Começou dizendo que só podia ser um político, que não queria desagradar ninguém, mas estava claro: ele era flamenguista. E declarou: “como não seria torcedor do Flamengo uma pessoa que tem, em sua escrivaninha, uma bandeira vermelha e preta e, ainda em cima, nela escrito NÊGO”.
         Era a bandeira da Paraíba que Rolim mantinha em seu birô.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Neste 1º de Julho a Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras comemora seus 49 anos de fundação

   
Monsenhor Abdon Pereira  ao lado
do deputado Soares Madruga, corta
a fita de inauguração da Rádio Alto
Piranhas no dia 1º de julho de 1966,
sendo irradiada pelo
locutor Zenildo Alcântara
      Neste dia 1º de julho, a Rádio Alto Piranhas de Ca-jazeiras, completa 49 anos de fundação. É o aniversário de uma história de sucesso, que começou em 1966, quando a cidade teve o privilégio de ga-nhar a concessão desse impor-tante veículo de comunicação.
     A emissora foi concedida a um grupo de religiosos, na épo-ca, constituído pelo bispo Dom Zacarias Rolim de Moura, mon-senhor Abdon Pereira e mon-senhor Vicente Freitas. Os três, representando a Diocese de Cajazeiras, foram os re-sponsáveis diretos pela ins-talação e seu funcionamento. O Monsenhor Abdon foi o seu primeiro diretor administrativo. 
     Um fato marcante dessa trajetória aconteceu em 1983, quando a emissora deixou de ser mantida pela Diocese, com o seu controle passando para o empresário Francisco Arcanjo de Albuquerque, de saudosa memória, e hoje continua com os seus herdeiros, sob a orientação de José Antonio de Albuquerque. 

  No próximo ano a emissora completará 50 anos de exis-tência de bons serviços pres-tados à causa do desenvol-vimento político, social e cul tural de Cajazeiras e do Ser-tão da Paraíba.

     Estamos pretendendo para nesta data cinquente- nário a inauguração de sua nova sede, cujo projeto já está em fase final de ela-boração e que no inicio do mês de julho daremos inicio a construção.

     Temos ainda dois projetos em andamento, mas que dependem do Ministério das Comunicações: o primeiro é a definição do sistema que o governo federal vai implantar no Brasil para melhorar a qualidade de som das emissoras de Ondas Médias, quando será necessário a aquisição de novos equipamentos e outro é o de aumentar a potência da emissora para o máximo que for permitido pela Anatel.

     Na realidade a Rádio Alto Piranhas foi constituída no dia 21 de dezembro de 1961, mas só foi para o ar no dia 1º de julho de 1966, portanto cinco anos depois e este é um fato que marca o pioneirismo de Dom Zacarias Rolim de Moura, que é o seu verdadeiro fundador e autor da idéia, com “finalidades educacionais, cívicas e patrióticas”.

     A emissora esteve sob o comando da Diocese de Cajazeiras durante 17 anos, para no ano de 1983 ser transferida a sua con-cessão para Fran-cisco Arcanjo de Al-buquerque, de sau-dosa memória, que foi seu diretor até novembro de 2002, para em seguida ter como diretora até os dias atuais Maria Antonieta Cavalcante de Albuquerque.

    Ao longo destes 49 anos de existência esta emissora se constitui num importante veículo de divulgação de noticias, entretenimento e prestadora de relevantes serviços a todo o sertão da Paraíba, além de se irmanar às causas mais justas do povo e se destaca também na defesa intransigente dos interesses dos menos favorecidos da vida.

Rumando para o cinquentenário, voltamos a reafirmar o nosso compromisso de continuar honrando as melhores tradições religiosas, culturais e educacionais, informando, educando e divertindo.
     Quero também destacar que os nossos sucessos vêm dependendo de todos os nossos ouvintes, além de nossos clientes, funcionários e colaboradores. Sintam-se convidados para as celebrações de nossos 50 anos de vida, da “Emissora de Cajazeiras que o Nordeste Conhece”, a Rádio do Povo.
Fonte: Portal do Alto Piranhas



domingo, 26 de junho de 2016

OS VITRAIS DA CATEDRAL NOSSA SENHORA DA PIEDADE!

     Os fiéis assíduos se com os novos vitrais que nem se tocam com a beleza ímpar  nossa catedral, estas imagens de Nossa Senhora, inclusive, do calvário de Jesus Cristo. São dezenas de vitrais que são obras de arte que logo chamam a atenção dos visitantes eventuais.
     A nossa Igreja Catedral é um dos símbolos mais importantes de fé cajazeirense e o principal cartão postal da cidade. 

     No dia 31 de janeiro de 1937 foi lançada a pedra fundamental para a construção da nova Catedral de Cajazeiras. Com uma procissão que se iniciou em frente ao Colégio Nossa Senhora de Lourdes, o bispo Dom João da Mata e os padres Gervásio Coelho e Vicente Freitas, e mais Acácio Rolim, juntamente com os fiéis católicos de Cajazeiras, chegaram até o terreno pela Rua Padre Rolim, onde foi celebrada uma missa com a presença de várias autoridades da cidade bem como o prefeito do município, Joaquim Matos de Sá.
     Depois desta primeira procissão, outras foram realizadas, partindo de diversos pontos da cidade, onde existiam pedreiras, para que os fiéis, em sinal de colaboração para a construção da Catedral, conduzissem pedras na cabeça para edificar a Catedral. Ao leste da futura catedral já estava sendo erguido o Palácio Episcopal e ao oeste, o famoso casarão do coronel Peba, que era considerado o cidadão mais rico de Cajazeiras.
     Dom João da Mata foi transferido de Cajazeiras no ano de 1941, sem ver o seu sonho concretizado: o de concluir a construção da Catedral.
Gazeta do Alto Piranhas