quinta-feira, 4 de agosto de 2016

História de Triunfo Paraíba

Triunfo, município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na microrregião de Cajazeiras. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2006 sua população era estimada em 9.537 habitantes. Área territorial de 223 km².
História
Um fato religioso de grande importância ocorreu na história de Triunfo em 1864, quando houve uma epidemia de cólera em toda a região. Um beato, conhecido como Caboclo Manoel Bernardo temendo que a doença atingisse a localidade recorreu ao Menino Deus e fez uma promessa de que se o lugarejo fosse poupado daquela calamidade, ele ergueria uma pequena capela e celebraria a sua festa, anualmente, de 15 a 25 de dezembro, com um novenário, fogos e festejos.
Como tendo conseguio alcançar a graça, Caboclo Manoel saiu pelas redondeza pedindo esmolas e levantando fundos para a construção que foi imediatamente iniciada. Após construída a pequena capela logo surgiram em volta residências e prédios comerciais que hoje formam o centro de Triunfo.
A Igreja Matriz do Menino Deus passou por várias reformas e é hoje uma das mais belas do Sertão paraibano. A festa do Menino Deus é mantida tradicionalmente há mais de cem anos e atrai visitantes de toda a região que aqui vem para, juntamente com a população local pagar suas promessas, com vestimentas cor de rosa, assim como é vestida tradicionalmente a Imagem do Menino Deus, vinda de Roma, no inicio do século passado.
Dentre os rituais que caracterizam a festa do Padroeiro, há a apresentação durante as nove noites de novena, de músicos, que adentram a Igreja conduzindo a “Procissão do Ramo”.
A partir da década de 1950, incorporou-se a esse ritual a participação da Banda Cabaçal. Trata-se de manifestação artística de caráter popular trazida por remanescente de um quilombo de Pombal, que no ano de 1951, por questões ligadas a conflitos envolvendo a propriedade da terra, migraram para o Triunfo e aqui chegaram em número de 40 pessoas, e que ficaram conhecidos na localidade como os negros dos 40.
Esse fato é de grande importância para a história de Triunfo porque a incorporação desse povo à vida da comunidade veio acrescentar valores de ordem cultural, econômica, social e humana.
A luta pela emancipação política do município de Triunfo teve o seu ponto alto a partir de uma reunião realizada no dia 31 de agosto de 1959, na residência do Senhor Joaquim Moreira da Silva (localizada na Rua hoje denominada Sete de Setembro), tendo à frente o então Deputado Estadual Acácio Braga Rolim e com a presença de diversas personalidades locais, destacando-se os Senhores Joaquim Moreira da Silva, Raimundo Donato de Oliveira (vereador à época), Antônio Adriano de Andrade, Raimundo de Moura Mouzinho e Francisco Mangueira de Andrade, que integraram a comissão responsável pela delimitação geográfica do novo município e assumiram os trabalhos burocráticos e a articulação política, que culminaram com a nossa independência político administrativa, em 20 de dezembro de 1961, uma lei foi sancionada pelo então Governador Pedro Moreno Gondim, sendo o município instalado oficialmente em 22 de dezembro, data em que se comemora o dia da cidade.


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

E quem são estes cajazeirenses na procissão de N.S. da Piedade

  Ajudem a identificar as pessoas acima. Procissão de N.S. da Piedade em setembro/1981,  passando na rua Padre José Tomás,  ao lado do Cemitério Coração de Maria
Do acervo do Borracha

segunda-feira, 4 de julho de 2016

TORCEDOR FANÁTICO

         Chico Rolim, deputado federal, ex-prefeito de Cajazeiras-PB por três vezes, fazendo serão em seu gabinete, já às oito e meia da noite, nem notou que o funcionário terceirizado da limpeza estava na área, exercendo sua função.
      Nunca fora ligado em futebol. Tinha como princí-pio que o Brasil deveria ser cam-peão na produção industrial, na ex-portação de bens, na produção de alimentos, nessas coisas.
        Trabalhava freneticamente no projeto de lei que iria propor: o da permissão de portar armas aos caminhoneiros em viagem. Sentia, desde a infância no interior do Ceará e da Paraíba, a insegurança de quem viajava na solidão das brenhas desse mundo de meu Deus. Era um fato real e repetido, desde a época dos tropeiros, que atravessavam os sertões em comboios de burros, transportando as riquezas, que este país produzia desde a época do império.
         Por mais que Rolim trabalhasse, por mais que ignorasse a presença do rapaz da limpeza, mais ele fazia barulho para ser notado. Não tinha jeito, o deputado estava absorto no seu projeto. Não havia barulho que chamasse a atenção dele.
         O bedel ficou impressionado com a concentração do congressista. Ate parecia que não estava na câmara. Ficou ali, parado, estático, presenciando o trabalho incessante do parlamentar.
         E ficaram os dois. Um trabalhando, outro observando.
         Passava das dez horas da noite. A câmara estava vazia, não havia viva alma, quando Rolim encerrou sua jornada.
         O faxineiro, depois de tanta espera, de tanto estranhar um deputado trabalhar até aquelas horas. Não conseguiu se conter e fez-se notar.
  Começou per-guntando de qual es-tado era o depu-tado. Depois, pergun-tou qual time ele torcia. Diante da resposta de que ele não tinha time de preferência, não se conteve.
         Começou dizendo que só podia ser um político, que não queria desagradar ninguém, mas estava claro: ele era flamenguista. E declarou: “como não seria torcedor do Flamengo uma pessoa que tem, em sua escrivaninha, uma bandeira vermelha e preta e, ainda em cima, nela escrito NÊGO”.
         Era a bandeira da Paraíba que Rolim mantinha em seu birô.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Neste 1º de Julho a Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras comemora seus 49 anos de fundação

   
Monsenhor Abdon Pereira  ao lado
do deputado Soares Madruga, corta
a fita de inauguração da Rádio Alto
Piranhas no dia 1º de julho de 1966,
sendo irradiada pelo
locutor Zenildo Alcântara
      Neste dia 1º de julho, a Rádio Alto Piranhas de Ca-jazeiras, completa 49 anos de fundação. É o aniversário de uma história de sucesso, que começou em 1966, quando a cidade teve o privilégio de ga-nhar a concessão desse impor-tante veículo de comunicação.
     A emissora foi concedida a um grupo de religiosos, na épo-ca, constituído pelo bispo Dom Zacarias Rolim de Moura, mon-senhor Abdon Pereira e mon-senhor Vicente Freitas. Os três, representando a Diocese de Cajazeiras, foram os re-sponsáveis diretos pela ins-talação e seu funcionamento. O Monsenhor Abdon foi o seu primeiro diretor administrativo. 
     Um fato marcante dessa trajetória aconteceu em 1983, quando a emissora deixou de ser mantida pela Diocese, com o seu controle passando para o empresário Francisco Arcanjo de Albuquerque, de saudosa memória, e hoje continua com os seus herdeiros, sob a orientação de José Antonio de Albuquerque. 

  No próximo ano a emissora completará 50 anos de exis-tência de bons serviços pres-tados à causa do desenvol-vimento político, social e cul tural de Cajazeiras e do Ser-tão da Paraíba.

     Estamos pretendendo para nesta data cinquente- nário a inauguração de sua nova sede, cujo projeto já está em fase final de ela-boração e que no inicio do mês de julho daremos inicio a construção.

     Temos ainda dois projetos em andamento, mas que dependem do Ministério das Comunicações: o primeiro é a definição do sistema que o governo federal vai implantar no Brasil para melhorar a qualidade de som das emissoras de Ondas Médias, quando será necessário a aquisição de novos equipamentos e outro é o de aumentar a potência da emissora para o máximo que for permitido pela Anatel.

     Na realidade a Rádio Alto Piranhas foi constituída no dia 21 de dezembro de 1961, mas só foi para o ar no dia 1º de julho de 1966, portanto cinco anos depois e este é um fato que marca o pioneirismo de Dom Zacarias Rolim de Moura, que é o seu verdadeiro fundador e autor da idéia, com “finalidades educacionais, cívicas e patrióticas”.

     A emissora esteve sob o comando da Diocese de Cajazeiras durante 17 anos, para no ano de 1983 ser transferida a sua con-cessão para Fran-cisco Arcanjo de Al-buquerque, de sau-dosa memória, que foi seu diretor até novembro de 2002, para em seguida ter como diretora até os dias atuais Maria Antonieta Cavalcante de Albuquerque.

    Ao longo destes 49 anos de existência esta emissora se constitui num importante veículo de divulgação de noticias, entretenimento e prestadora de relevantes serviços a todo o sertão da Paraíba, além de se irmanar às causas mais justas do povo e se destaca também na defesa intransigente dos interesses dos menos favorecidos da vida.

Rumando para o cinquentenário, voltamos a reafirmar o nosso compromisso de continuar honrando as melhores tradições religiosas, culturais e educacionais, informando, educando e divertindo.
     Quero também destacar que os nossos sucessos vêm dependendo de todos os nossos ouvintes, além de nossos clientes, funcionários e colaboradores. Sintam-se convidados para as celebrações de nossos 50 anos de vida, da “Emissora de Cajazeiras que o Nordeste Conhece”, a Rádio do Povo.
Fonte: Portal do Alto Piranhas



domingo, 26 de junho de 2016

OS VITRAIS DA CATEDRAL NOSSA SENHORA DA PIEDADE!

     Os fiéis assíduos se com os novos vitrais que nem se tocam com a beleza ímpar  nossa catedral, estas imagens de Nossa Senhora, inclusive, do calvário de Jesus Cristo. São dezenas de vitrais que são obras de arte que logo chamam a atenção dos visitantes eventuais.
     A nossa Igreja Catedral é um dos símbolos mais importantes de fé cajazeirense e o principal cartão postal da cidade. 

     No dia 31 de janeiro de 1937 foi lançada a pedra fundamental para a construção da nova Catedral de Cajazeiras. Com uma procissão que se iniciou em frente ao Colégio Nossa Senhora de Lourdes, o bispo Dom João da Mata e os padres Gervásio Coelho e Vicente Freitas, e mais Acácio Rolim, juntamente com os fiéis católicos de Cajazeiras, chegaram até o terreno pela Rua Padre Rolim, onde foi celebrada uma missa com a presença de várias autoridades da cidade bem como o prefeito do município, Joaquim Matos de Sá.
     Depois desta primeira procissão, outras foram realizadas, partindo de diversos pontos da cidade, onde existiam pedreiras, para que os fiéis, em sinal de colaboração para a construção da Catedral, conduzissem pedras na cabeça para edificar a Catedral. Ao leste da futura catedral já estava sendo erguido o Palácio Episcopal e ao oeste, o famoso casarão do coronel Peba, que era considerado o cidadão mais rico de Cajazeiras.
     Dom João da Mata foi transferido de Cajazeiras no ano de 1941, sem ver o seu sonho concretizado: o de concluir a construção da Catedral.
Gazeta do Alto Piranhas


sábado, 25 de junho de 2016

Santo de casa faz milagres também!

Que história é esta
que "Santo de casa não obra milagre"?
      O show que Vaval Amaro e Ne go Gê deram on-tem a noite no Xamegão é de dar orgulho a qual-quer filho de Ca-jazeiras e que sa-be dá valor ao que temos.
     Nós possuímos é um excelente quadro de artistas que pode ser exportado para qualquer parte do Brasil.

José Antonio Albuquerque
Cajazeiras - PB



domingo, 19 de junho de 2016

O dinheiro e o comércio

       
Já lhes falei, aqui mesmo na Coluna, que, na passagem dos anos 40 para os anos 50 do século/milênio passado, a nossa Praça Coração de Jesus, depois de abrigar aí o Cemitério da cidade, transformou-se no “coração comercial” de Cajazeiras. Para mim e para alguns que nos seguem, como diria o Dr. Cristiano Cartaxo, lente da língua de Voltaire, era a belle époque de uma cidade ainda em evolução em busca do progresso.
        De passagem pela minha memória, e para relembrar aos que viveram os anos tranquilos do nosso comércio, vêm-nos algumas lembranças de casas comerciais que se estendiam pelas ruas confluentes: Bonifácio Moura, da “Tamarina” e Juvêncio Carneiro (já no final, naquele “beco estreito”).
        Não havia supermercados, mas, tão somente, armazéns (Seu Arcanjo, Luiz Gonzaga, Zé Batista, Trajano Lopes, entre outros); mercearias (como a de João Rodrigues, gerenciada por Chico Mamede; Zé Tavares, pai de Dona Biva Maia; Timóteo Pereira; incluem-se aí os “armarinhos” de Seu Chiquinho Sobreira, de Luiz Paulo, de Do-nato Braga) e as bodegas (como as de Gino Maciel, Bra-guinha, Yoyô, Antônio, Juvenal e Jacinto Ricarte, Estelício Diniz, Zuca Ribeiro, Seu Andriola…). 
           Havia, ainda, por essas bandas, as farmácias de Cézar Rolim, de Aldo Mattos, a Cruz Vermelha; na panificação, o movimento era capitaneado por Seu Zeca da Padaria e Dona Anita e por Joaquim Florêncio. Não podemos deixar de lembrar a Casa Ypiranga, de Álvaro Marques, a loja de Rosendo Bastos e a loja de tecidos de Midu.
            Todas essas recordações nos levam a observar a “riqueza“ do nosso dinheiro, num momento em que não se sabia o que era inflação. É que, nessa época, não havia esse dragão que está aí nos rondar e esperar-nos na próxima esquina. Era o tempo em que o seu dinheiro era valorizado, mormente no pandemônio que se instalava na Praça Coração de Jesus, aonde afluíam os habitantes da zona rural e onde se negociavam desde produtos agrícolas a frutas e verduras, faziam-se ou reviam-se amizades sem esquecer o que fazia a alegria da garotada: “macaúba”, pião, doce quebra-queixo, geladinhos… 

       A moeda eram os réis: um mil réis, dois mil réis, dez mil réis, que, posteriormente, passou a chamar-se de cruzeiro: um cruzeiro, dois cruzeiros e até mil cruzeiros (um “ca-bral”, como se dizia na época).Tempos bons e saudosos!
     


Crônica de José Antonio Albuquerque publicada no jornal Gazeta do Alto Piranhas.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Quem é Dr. José Lins Rolim?

Um cajazeirense é reconhecido como grande estudioso para o conhecimento da Paleontologia e Estratigrafia do Nordeste brasileiro: Dr. José Lins Rolim.
     O Professor José Lins Rolim nasceu em Cajazeiras, Paraíba em 14 de outubro de 1921 e é o  o irmão mais velho do nosso conhecido Padre Raimundo,  pároco-emérito da Paróquia N. Sra. de Fátima aqui de Cajazeiras. Respeitadíssi-mo no mundo acadêmico formou-se em História Natural, na Universidade Católica de Pernambuco em 1964. De 1965 a 1992 foi professor da UFPE e pesquisador do CNPq, quando se aposentou após dedicar-se por 27 anos ao magistério na UFPE. Mestre em Geociências pela UFRGS, com estudo da Geologia do Quaternário Continental do Nor-deste brasileiro, com ênfase em Paleontologia de Mamíferos do Pleistoceno. 
     Doutorou-se em 1964 também na UFRGS em Estratigrafia. Desenvolveu trabalhos nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco tendo feito grande número de campanhas de campo deixando importante acervo de mamíferos pleistocênicos na coleção. Ao se aposentar, permaneceu na função de docente pelo período de dois anos.
    Hoje o  Departamento de Geologia possui precioso acervo fossilífero de macro- e microfósseis, construído ao longo de 50 anos de existência por professores e fun-dadores da instituição, entre outros o professor José Lins Rolim, que muito contribuíram para o conhecimento da Paleontologia e Estratigrafia do Nordeste brasileiro.


O QUE MUDOU NA ARQUITETURA DO CENTRO COMERCIAL DE CAJAZEIRAS:

     Nos 139 anos de Cajazeiras, veja nas imagens dos quadros abaixo, as principais mudanças sofridas pelo conjunto arquitetônico do seu centro comercial, composto pela rua Padre José Tomás e edifícios que compõe o sítio da Praça Coração de Jesus - popularmente conhecida como "Praça dos Carros," ou através dos ângulos sugeridos pelo fotógrafo Cavalcante Júnior, nas fotografias dos três últimos quadros desta postagem. 
     A primeira fotografia, mostra o principal trecho da rua Padre José Tomás, sem o sobrado onde hoje está instalada a Daniele Boutique (o prédio da loja de Álvaro Marques) e sem o primeiro andar da esquina onde funcionou a antiga loja Casas Pernambucanas. Na segunda, esse mesmo trecho já com a edificação do referido sobrado, mas ainda sem o primeiro andar da loja Casas Pernambucanas. Observe que os frontões, tanto das fotografias do lado esquerdo como a do lado direito, foram modificados. Principalmente, o conjunto de lo-jinhas que fica lado esquerdo da primeira fotografia. Comparando as duas imagens, observa-se que houve um deslocamento da porta de entrada para o mercado. A primeira fotografia, talvez seja a mais antiga fotografia feita desse trecho. Veja que o pequeno sobrado onde está instalada a lanchonete São Braz é mais antigo desse trecho.
 
     Veja que na primeira imagem acima, as modificações continuam. No canto direito da foto, já há uma marquise, porém ainda não há o primeiro andar da loja Casas Pernambucanas. Na segunda imagem, já há o primeiro andar da Casas Pernambucanas e a entrada do mercado sofreu um intervenção, com o frontão sendo aumentado e anexação de um portão.
     Nestas duas imagens acontece a descaracterização de um dos prédios mais belo do centro, o sobrado onde está instalado a Daniele Boutique. Repare que os batentes que haviam nas portas foram retirados e substituídos por soleiras aparadoras ou de contenção. Os arcos romanos que existiam nas portas, também fora retirados. No seu comprimento, as partas laterais sofreram modificações, e foram substituídas por portas de vidros e portões de ferros. Ainda no pavimento térreo que fica de frente para praça, aconteceu a maior agressão na fachada original do edifício. É só comparar as duas imagens; observa-se que essa parte foi totalmente modificada.
     Agora com mais amplitude, observe por outro ângulo as modificações do sobrado onde está a loja Daniele Boutique e parte do sítio da antiga Praça dos Carros, atual Coração de Jesus. Observe como ocorreram as modificações nas fachadas dos prédios.
      Outro sobrado que sofreu gritantes modificações, foi o onde funcionou os Armazéns São Paulo do ex-prefeito Francisco Matias Rolim (antiga loja Jácome & Lacerda) e aonde hoje está instalada a Lanchonete São Braz. Repare que no seu pavimento superior, as janelas foram completamente modificadas. As mesmas foram diminuídas; perderam os arcos indianos que haviam e na sua nova versão; elas foram fixadas sem a devida simetria. O pior, é que o para-peito em estilo colonial que havia na janela principal do pavimento superior, foi arrancado e substituído por um de vergalhões niquilados. Finalizando, todos os ornamentos que compõe a fachada do mesmo, foram modificados.  

Fonte: Blog Cajazeiras de amor
Cleudimar Ferreira


terça-feira, 14 de junho de 2016

O esplendor do Santuário Nossa Senhora Auxiliadora (a capela do Colégio Padre Rolim)


"Sempre que fotografo no interior deste santuário fico admirado com a beleza arquitetônica, a História e a riqueza dos detalhes, quase não sei escrever para mostrar a beleza e peço desculpas pelos erros, o que tento passar através de fotografias e respeitando o nosso estado Laico, quero mostrar as belezas de uma das belas construções de nossa cidade o interior do Santuário Nossa Senhora Auxiliadora"



Cavalcante Júnior
Cajazeiras - PB


O Santuário Nossa Senhora Auxiliadora 
(a capela do Colégio Padre Rolim) foi erguido por volta da 
década de  1940  pelos padres 
salesianos (estiveram à frente do Colégio até o início da década de 1960),  então capela Nossa Senhora Auxiliadora, que  
 Uma joia da beleza arquitetônica 
da cidade de Cajazeiras-PB.
 Visão de cima da nave do santuário, ao fundo o sublime altar-mor  em plano superior à nave.  
Esta abóbada com o arqueamento de grande curvatura é uma obra-prima de uma maestria ímpar.
Também impressionante a beleza dos  arcos formeiros que separam a nave principal das laterais.
A beleza dos capitéis das colunas, esculpidos caprichosamente dá o tom do carinho de seus idealizadores nesta obra de arte.
A beleza dos caixilhos de modo que todo o conjunto não fuja da harmonia.
A beleza é constante
Fotos: Cavalcante Júnior