quarta-feira, 1 de junho de 2011

BREVE HISTÓRICO DA DIFUSORA RÁDIO CAJAZEIRAS

 
Em 5 de agosto de 1938, nasce na cidade de Cajazeiras a Difusora Rádio Cajazeiras. Um sistema de linhas físicas com alto-falantes instalados nas principais ruas, avenidas e praças, fixados em postes de iluminação pública e frentões de prédios, de propriedade da firma Carvalho & Dutra.
Esse serviço de alto-falantes, em 19 de março de 1964, inicia a fase experimental, como estação de rádio e em 31 de maio do mesmo ano passa a funcionar oficialmente, na atividade de rádio.
Difusora Rádio Cajazeiras Ltda é a sua razão social e seus principais cotistas fundadores são: Antonio Carvalho, Antonio Dutra, Mozart de Sousa Assis, Jessé de Sousa Assis entre outros.
Sua primeira sede era situada na rua Epifânio Sobreira, n° 14, 1° andar. Posteriormente mudou-se para a Rua Coronel Juvêncio Carneiro, 160, 1° andar, permanecendo até os dias atuais.
Os seus proprietários com a meta de oferecer o melhor aos seus ouvintes e de atingir a maior distância possível, investiram na potência que passou por quatro fases: iniciou sua atividade com 250 Watts (1/4 KW), posteriormente passou para 1000 Watts (1KW), depois para 10.000 Watts (10 KW) e finalmente para 20.000 Watts (20KW).
A freqüência também passou por mudanças: inicialmente operou em 1540 Khz e posteriormente em 1070 Khz, em Onda Média/AM, prevalecendo até hoje. Não sendo diferente com o prefixo que iniciou com o indicativo de chamada ZYJ-22 e posteriormente mudando para ZYI-673.
Para a freqüência de 1070 Khz são usado dois transmissores (um principal e um reserva) e uma torre (antena) de 91 metros de altura, localizados no Bairro Santa Cecília, nesta cidade de Cajazeiras – PB, não esquecendo que sua primeira torre (antena) era de 48 metros de altura para a freqüência de 1540 Khz.
Atualmente o grupo societário é o Grupo Cavalcanti Primo e a atual diretoria é composta por: José Cavalcanti da Silva (Diretor Presidente); Francisca Zélia Ribeiro (Diretora Administrativa) e Adjamilton Pereira de Araújo (Diretor de Programação).
É chamada de A PIONEIRA, por ter sido a primeira emissora a entrar em operação na cidade de Cajazeiras, até então existindo emissoras apenas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos.
Redação Portal CZN

Difusora comemora seus 47 anos no ar

A difusora Rádio Cajazeiras comemorou 47 anos de existência nesta terça-feira (31). Durante todo o dia os ouvintes puderam participar dos programas enviando suas mensagens de felicitações a pioneira e conhecida como a Escola do Rádio.
Várias autoridades e políticos também prestaram suas homenagens a emissora. O empresário José Cavalcante da Silva diretor presidente da Difusora participou ao vivo do programa Boca Quente parte 2, e fez uma explanação sob esse importante momento.
BREVE HISTÓRICO DA DIFUSORA RÁDIO CAJAZEIRAS
Em 5 de agosto de 1938, nasce na cidade de Cajazeiras a Difusora Rádio Cajazeiras. Um sistema de linhas físicas com alto-falantes instalados nas rincipais ruas, avenidas e praças, fixados em postes de iluminação pública e frentões de prédios, de propriedade da firma Carvalho & Dutra.
Esse serviço de alto-falantes, em 19 de março de 1964, inicia a fase experimental, como estação de rádio e em 31 de maio do mesmo ano passa a funcionar oficialmente, na atividade de rádio.
Difusora Rádio Cajazeiras Ltda é a sua razão social e seus principais cotistas fundadores são: Antonio Carvalho, Antonio Dutra, Mozart de Sousa Assis, Jessé de Sousa Assis entre outros.
Sua primeira sede era situada na rua Epifânio Sobreira, n° 14, 1° andar. Posteriormente mudou-se para a Rua Coronel Juvêncio Carneiro, 160, 1° andar, permanecendo até os dias atuais.
Os seus proprietários com a meta de oferecer o melhor aos seus ouvintes e de atingir a maior distância possível, investiram na potência que passou por quatro fases: iniciou sua atividade com 250 Watts (1/4 KW), posteriormente passou para 1000 Watts (1KW), depois para 10.000 Watts (10 KW) e finalmente para 20.000 Watts (20KW).
A freqüência também passou por mudanças: inicialmente operou em 1540 Khz e posteriormente em 1070 Khz, em Onda Média/AM, prevalecendo até hoje. Não sendo diferente com o prefixo que iniciou com o indicativo de chamada ZYJ-22 e posteriormente mudando para ZYI-673.
VEJA VIDEO MARIA PEREIRA CANTA PARABÉNS PARA A DIFUSORA AO VIVO NO ESTÚDIO:
Para a freqüência de 1070 Khz são usado dois transmissores (um principal e um reserva) e uma torre (antena) de 91 metros de altura, localizados no Bairro Santa Cecília, nesta cidade de Cajazeiras – PB, não esquecendo que sua primeira torre (antena) era de 48 metros de altura para a freqüência de 1540 Khz.
Atualmente o grupo societário é o Grupo Cavalcanti Primo e a atual diretoria é composta por: José Cavalcanti da Silva (Diretor Presidente); Francisca Zélia Ribeiro (Diretora Administrativa) e Adjamilton Pereira de Araújo (Diretor de Programação).
É chamada de A PIONEIRA, por ter sido a primeira emissora a entrar em operação na cidade de Cajazeiras, até então existindo emissoras apenas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos.
Redação Portal CZN

terça-feira, 31 de maio de 2011

Parlamentar acusa Léo Abreu de se apropriar do dinheiro público

CAJAZEIRAS: parlamentar acusa ex-prefeito Léo Abreu de se apropriar do dinheiro público

O vereador oposicionista da cidade de Cajazeiras, Moacir Menezes (DEM), acusou o ex-prefeito do município, Léo Abreu (PSB) de se apropiar do dinheiro dos servidores públicos, que era descontado em folha para pagar a previdência . Segundo ele, a prefeitura recebia o dinheiro dos funcionários municipais, mas não repassava para o Instituto de Previdência e Assistência do Município (IPAM).

De acordo com o parlamentar, o ex-prefeito Léo fazia apropriação indébita do dinheiro do servidor e por isso o fato foi denunciado ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE).

“Receber o dinheiro do funcionário e não repassar, isso é apropriação indébita do dinheiro público e o ex-prefeito tem que ser denunciado”, disse o vereador Moacir.
DIÁRIO DO SERTÃO 
 
 

sábado, 28 de maio de 2011

O calvário de Carlos Rafael

O jovem prefeito de Cajazeiras, com seus vinte e quatro anos de vida, idade para estar ainda freqüentando os bancos da Universidade, começou a experimentar, a partir do último dia 16 de maio, o que é administrar um município que é o sétimo colégio eleitoral da Paraíba, com uma economia baseada na prestação de serviços e no comércio, com poucas indústrias, uma agricultura falida, com índices sociais vergonhosos, com índice de desemprego altíssimo, com uma máquina administrativa enferrujada e viciada, com arrecadação de impostos de sua competência institucional pouco significativa diante de sua imensa despesa, com excesso de funcionários, com algumas secretarias que só servem como cabides de emprego, com graves problemas na infra-estrutura, entre outros inúmeros problemas. Resta-lhe um ano e sete meses para demonstrar sua capacidade política e administrativa, com uma eleição já no próximo ano.
Do ponto de vista político vai ser obrigado a ter um enorme jogo de cintura e um poder grandioso de articulação junto à Câmara Municipal, já que entre os dez vereadores, apenas três fazem parte de sua bancada de sustentação e para complicar, no Estado, não pertence ao grupo do governador Ricardo Coutinho, que deu uma prova cabal de como vai tratar os seus opositores, a exemplo de quando esteve em Cajazeiras, na plenária do Orçamento Democrático, quando não chegou sequer a cumprimentar o prefeito Léo Abreu, na solenidade.
Muito embora, já tenha alguns anos de estrada, na vida pública, devido a sua juventude, o seu ciclo de amizades se prende muito a outros jovens de sua idade, com pouca ou nenhuma experiência administrativa, talvez aí resida algumas dificuldades com que vem tendo na montagem de seu secretariado, na busca de pessoas em que possa confiar plenamente, para colocar, principalmente nas secretarias de educação, saúde e finanças.
Muito embora, no seu discurso de posse, tenha afirmado que não quer tratar da questão da eleição do próximo ano, mas as suas atitudes, principalmente, na formação da sua nova equipe, leva a crer que esteja com os dois olhos num projeto de reeleição. Nesta seara vai ter que multiplicar o seu poder de articulação para conseguir aglutinar de novo os mesmos grupos políticos que o elegeu vice-prefeito de Cajazeiras, partindo do pressuposto que Dr. Léo tenha quase que desmontado o grupo e gerado ao longo destes mais de dois anos de mandato, um grande número de insatisfações, principalmente entre filiados do Partido dos Trabalhadores, cujo representante principal é o ex-deputado estadual Jeová Campos.
Outro desafio é o de “limpar” o nome da prefeitura junto a Receita Federal para poder continuar recebendo verbas do governo e tocar várias obras que o município tem necessidade, inclusive algumas delas o dinheiro já está depositado. O município tem sete situações de irregularidades no CADIN que ainda vai dar muita dor de cabeça ao prefeito e sua equipe, principalmente uma que vai exigir muito dinheiro para colocar em dia que é o débito da prefeitura com o IPAM.
Como cidadão e como filho desta terra que tanto amo e deseja que ela possa sempre ser destaque no cenário econômico e político da Paraíba, quero desejar ao prefeito Carlos Rafael, muito sucesso nas suas ações administrativas, muito embora tenha plena consciência que na sua caminhada vai encontrar muito mais espinhos que flores.
Um velho amigo meu dizia que na cadeira do prefeito tem muitos pregos, mas nunca viu nenhum com as pontas para cima e que o poder alivia todas as dores, decepções e sofrimentos.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Morre Patrícia Braga, filha do ex-governador da Paraíba Wilson Braga


Faleceu no início desta manhã, Patrícia Navarro Braga, filha do ex-governador da Paraíba, Wilson Leite Braga. Patrícia tinha 43 anos e ficou paraplégica depois de acidente automobilístico em 1985, Minas Gerais.Patrícia faleceu em sua casa no Altiplano.

Em 2007 o casal Wilson Lúcia Braga perdeu seu primeiro filho, Marcelo Navarro Braga, de 42 anos, e. na época era superintendente adjunto do Instituto de Previdência da Capital e diretor-presidente da Rádio Sanhauá. Marcelo faleceu no Hospital Santa Paula, após falência múltipla dos órgãos.

No ano passado, a filha caçulaMariana Vasconcelos Leite Braga, 23 anos sofreu um grave acidente automobilístico em João Pessoa.
 Fonte: Click PB

segunda-feira, 23 de maio de 2011

EDITAL Nº 20/2011*

EDITAL Nº 20/2011*  

Prazo 30(trinta) dias  

Processo: 19/2009 - Classe 15  

Autor: Fazenda Pública Nacional  

Executado: Antônio Vituriano de Abreu  

Advogado/OAB: Francisco Marcos Pereira/OAB n. 3.332-PB  

O Dr. Judson Kíldere Nascimento Faheina, Juiz Eleitoral da 68ª zona, jurisdição nos municípios de Cajazeiras e Cachoeira dos Índios, Estado da Paraíba, na forma da lei etc.


FAZ SABER a todos quanto o presente edital virem, ou dele conhecimento tiverem, que por este Juízo e Cartório Eleitoral da 68º Zona Eleitoral, processam-se osautos da Ação de Execução Fiscal supra movida pela FAZENDA NACIONAL contra ANTONIO VITURIANO DE ABREU, referente CDA n 42 6 02 001562-23, no valor atualizado de R$ 34.966,92 (trinta e quatro mil e novecentos e sessenta e seis reais e noventa e dois centavos), que no dia 22 de junho de 2011, pelas 09:00h, no átrio do Cartório Eleitoral da 68º Zona, o Oficial de Justica, na qualidade de porteiro dos auditórios, trará a público pregão de venda em hasta pública, o(s) bem(s) penhorado(s) da parte executada, constante do seguinte: UMA ÁREA DE TERRENO PARA CONSTRUÇÃO, desmembrado de outra porção maior, situado no Loteamento Jardim Adalgisa II, nesta cidade, correspondente aos seguintes lotes: nºs 05 e 05, Quadra 09, com os seguintes limites e medidas: ao norte com a rua Projetada B, medindo 40,00m de largura, ao sul medindo 27,00m com herdeiros de João Rodrigues Alves, ao nascente, medindo 22,00m com a rua Projetada E, e a estrada que vai ao sítio Alagoinha, e ao poente com 42,00m com o terreno de Marcílio Lira de Souza, registrado no Cartório de Registro de Imóveis desta cidade sob nº R-4.10.949, avaliado em R$ 60.000,00 (sessenta mil reais). 

O(s) bem(ns) encontra(m)-se em poder do executado. Caso não haja lanço superior a avaliação, seguir-se-á sua venda, a quem mais oferecer, em segunda praça, que fica desde logo designada para o dia 27 de julho de 2011, pelas 10:00h, no mesmo local. E para que ninguém possa alegar ignorância, mandou o MM. Juiz publicar o presente edital que será afixado no mural do Cartório Eleitoral da 68º Zona Eleitoral e publicado no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Estado da Paraiba. Ficam intimadas as partes da designação supra, caso não sejam localizadas para as intimações pessoais. Dado e passado, nesta cidade, quinta feira, 19 de maio de 2011, Eu, (a) Túllio de Araújo Monteiro, Chefe de Cartório, digitei e subscreve o MM. Juiz Eleitoral desta zona, Dr. Judson Kíldere Nascimento Faheina.

Juiz Eleitoral da 68º Zona

 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Léo Abreu é um farsante?

GILVAN FREIRE
Em certo sentido da língua portuguesa, ‘farsante’ poderia significar ‘comediante’ ou ‘palhaço’,as duas coisas ficando próximas a ‘ridículo’, ou seja, ‘aquilo que desperta riso ou escárnio’.
 Talvez pudesse ser esse o entendimento da população diante da perplexa renúncia do prefeito de Cajazeiras, um jovem médico talentoso que escolheu a Medicina antes de ser escolhido político e sujeitou-se ao bem ou mal que cada qual poderia lhe fazer.
 Queria certamente ser líder, além de médico, e encantou-se com o levante popular que lhe pedia uma ação esperançosa e renovadora dos costumes locais, que ainda têm resquícios dos tempos de Padre Rolim (1800-1899), o educador que ensinou a Paraíba a ler, como se diz costumeiramente, mas não ensinou a votar.
 ‘Escárnio’, com o sentido de ‘menosprezo’, seria a palavra mais adequada para definir o gesto de Léo Abreu com relação ao povo que o elegeu prefeito possuído de mil e uma esperanças. Se bem que esperança é produto de feira livre no mercado político, vendida a qualquer preço e hora como aquelas bolinhas de sabão que quando as crianças pensam que existem elas se desfazem deixando frustrações.
 ‘Farsante’ tem também outro significado condizente com essa situação esdrúxula que ainda não está explicada – e não sabe ao certo quando o será, porque o povo quando somente conhece a versão dos fatos através dos políticos fica privado de saber a verdadeira.
 ‘Autor de farsa’, ‘impostor’, ‘embusteiro’, que têm o mesmo conteúdo de ‘farsante’, são expressões da ira ou decepção popular que poderiam homenagear Léo Abreu diante da crise de confiança coletiva que gerou em Cajazeiras. Ele não era só prefeito e médico. É jovem, inteligente, bonito e carismático – um Fernando Collor de Mello de melhor padrão moral e ético que não precisava vender o mandato como o Fernandinho vendeu a dignidade do cargo que o povo lhe confiou.
 Léo ainda não se esclareceu e há muito mistério sobre os fatos, o que gera as mais diversas interpretações, nenhuma certamente muito ou pouco lisonjeira ao renunciante. E basta que pertença a essa categoria de homens de poucas virtudes que o povo adora chamá-los de corruptos, para que não consiga ser compreendido. Nem mesmo pelo que poderia eventualmente ser a sua maior e melhor qualidade – a de não aceitar ser desonesto, farsante ou embusteiro compactuando com o cargo e a classe que lhe exigem violação da honra e alienação de princípios individuais morais.
 Imaginemos que Léo Abreu tenha apenas repugnado um ofício que feria permanentemente seus brios de pessoa honrada e jovem idealista, e tenha resolvido o expulsar de si mesmo como quem vomita comida estragada. Se for assim, terá entregue a prefeitura para exercer um tipo de autoridade moral que não depende de mandatos temporários e tem a vitaliciedade das velhas lições do Padre Rolim, que as vezes caem em desuso mas serão sempre lembradas em Cajazeiras. E na Paraíba. Ainda que em vão.
Este artigo integrará o futuro livro:
‘PREVISÕES POLÍTICAS DE UM VIDENTE CEGO’
E-mail: gilvanfreireadv@hotmail.com